quarta-feira, 17 de junho de 2009

Dia de caça ao fake...

Já que o assunto Eduardo Araujo veio à tona nos últimos dias, nada melhor que relembrar um dos vários episódios que envolveram esse personagem que marcou história no THB e na CB, prova disso é a repercussão do tópico sobre o "acidente" dele...

O fato ocorreu no dia 31 de maio de 2008, dia em que Du anunciou a todos que iria pra Recife... Óbvio que os pernambucanos queriam se mobilizar pra fazer uma recepção a ele, mas como ele não tinha dado muita informação sobre o roteiro, todo mundo desanimou... Menos eu e Liginha, que decidimos fazer uma loucura e ir procurar ele com as poucas informações que ele tinha dado...

Abaixo segue a transcrição de Liginha sobre as horas em que a gente cruzou a cidade atrás do elemento... Foi postada originalmente na comunidade Beudos F.C...

Du, isto non ecsiste!!!

Como boa parte de vocês sabem, o Du está em Recife esses dias. Todo mundo já conhece a fama de fuleiro, marca e não vai, mas eu sempre achei que ele tinha os motivos dele, as reuniões DeMolays lá e tal.

Pois é, pessoal, a epopéia começou quinta-feira, quando eu ligo para o Hotel onde ele ia ficar e a moça da recepção diz: não tem nenhum Eduardo Araújo hospedado aqui no hotel. Até aí, tudo bem.

Ah, um detalhe que eu ia me esquecendo, o Du perdeu o celular segunda-feira, ou seja, está incomunicável. Já pra não ter problema, deixei meu celular como depoimento no orkut dele.

Ele havia nos avisado que iria haver uma reunião pública dos DeMolays hoje, às 19:30, mas ainda não sabia onde seria. Ok, eu vou, Du, disse eu a ele. Ney, do mesmo modo, disse que iria.

Ontem à tarde, falo com o Sir Eduardo no msn, ele me diz: Liginha, a reunião vai ser na Loja Maçônica Cavaleiros do Capibaribe, mas eu não sei onde é, entro ainda hoje pra te dar o endereço!

Eu, como precavida sou, comecei a procurar no google o endereço da tal loja maçônica e nada de achar. Liguei pro meu pai que é um maçom bem ausente, como eu esperava, ele não sabia onde era. Lembrei de um amigo maçom lá do Náutico, hj de tarde ele me disse que não sabia onde ficava localizado, mas ia descobrir. 15 minutos depois, me liga: é depois da ponte velha, 1a à direita.
Fiquei logo preocupada, um lugar esquisito no centro da cidade, meio perigoso. Marquei com Ney dele vir pra cá e daqui íamos pra lá de carro, eu dirigindo, esse é o início da epopéia.

Chega Ney, 18:40, a reunião seria às 19:30. Estávamos com o tempo tranqüilo. Sem trânsito, erramos o caminho uma vez, mas parei, perguntei e chegamos lá. 19h, muita gente saindo da Loja, estaciono, vou lá e pergunto. Me respondem: não, aqui não terá reunião DeMolay não, mas tem uma outra loja nessa mesma rua. Lá vamos eu e Ney, nada de acharmos, aí Ney tinha me dito que havia achado na internet uma outra loja, na Conde da Boa Vista. Paramos perto e nada de achar, ninguém saber do que se tratava. Aí um taxista nos informa: existe uma loja na Dantas Barreto, no final.
Eu, a motorista, fico logo preocupada, já dirijo mal pra caramba e andando milhares de quilômetros. Começo a suar, ficar nervosa ao volante mas, tudo bem.
Erramos alguns caminhos mas, enfim, chegamos na segunda loja. Não era lá também.
Pensei, vamos na loja do meu pai, lá no centro, atrás do Mercado São José. Altamente esquisito, meio perigoso, mas chegamos. Quando olho pra dentro da loja, vejo rapazes. Fiquei logo achando que tínhamos acertado dessa vez, já que os DeMolays são jovens e os Maçons são homens velhos.
Ledo engano, quando eu chamo a pessoa que estava na porta, ele informa que é sim reunião de DeMolays, mas que existem dois grupos em Recife e que o outro era em Campo Grande, perto do Shopping Tacaruna.

Eu olho pra Ney, Ney olha pra mim e: vamos, né? A gente já ta aqui! Fomos, andamos, chegamos onde deveria ser a tal loja e nada, perguntamos num posto perto, num hospital próximo e nada de ninguém saber.
Digo pra Ney: é, vamos casa que não adianta.
Essa nossa epopéia durou exatamente 2 horas, nossa busca pela Loja Maçônica e pelo Du e, ao final, mais uma vez, ele não apareceu!

Essa pessoa perdeu total credibilidade. Ainda não sei se ele faz isso pra rir da cara da gente depois, se ele é fake da Ili mesmo ou sei lá o que!

É isso aí galera, Du, isto non ecsiste!!!!

Pelo menos essa jornada rende boas risadas até hoje, mesmo que em quase um ano muita coisa tenha mudado nas vidas dos envolvidos... E apesar dessa experiência negativa, podem ter certeza que eu faria o mesmo de novo com qualquer um dos amigos, reais ou virtuais, que fiz no THB... Teria mais cuidado do que já tenho normalmente, mas não pensaria duas vezes em fazer...

No mais é isso, é aguardar o desenrolar dos fatos, e que tudo se esclareça... Enquanto isso, o melhor é "relaxar e gozar", como diria a ex-ministra, é dar risada da situação toda que ela merece... Até mais, povo...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Love is in the air...

Todo mundo que me conhece o mínimo que seja sabe o quanto eu abomino essas datas comerciais, tipo Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Natal (no sentido que essa data tem hoje em dia) e obviamente Dia dos Namorados também... Sempre procuro me desligar dos apelos da mídia e viver todos esses dias como os dias normais que são... Mas já que eu infelizmente sou exceção e todo o país comemora (ou "lamenta", como seria meu caso) a data de hoje, não custa nada deixar uma homenagem aqui...

Mas e o que o THB teria a ver com isso??? Tudo, ué... Num tópico-chat de tanto sucesso como o nosso, não teria como rolar um clima de romance, e isso ocorre desde os primórdios do nosso Toda Hora Brasil... Desde que eu entrei no tópico que eu leio um termo bastante incomum, o tal do "padeiragem", e não teve um (pelo menos entre os homens) que ao conhecer o significado do termo não passou a praticar a "padeiragem" por lá, nem eu resisti à tentação... Aliás, por sorte das minhas dezenas de vítimas eu quase nunca levava a "padeiragem" a sério, elas não mereceriam um futuro ao lado de um verdadeiro mala que nem eu... :P

Bom, mas o que eu fiz ou deixei de fazer não importa, o que importa é que muita gente por lá levou a sério sim, e dezenas de romances e relacionamentos (e até um casamento) começaram e terminaram direta ou indiretamente no THB, e muitos outros ainda vão começar (só que hoje em dia eu não faço mais idéia de quais sejam, tô mais perdido que filho de puta em dia dos pais na comunidade e no tópico)... Entre todos esses, três casais merecem meu destaque em especial, por estarem firmes e fortes até hoje mesmo com todas as dificuldades...

Patricia e Pedro, Anna e Vinicius, dois casais de verdadeiros heróis... Se conheceram lá mesmo no Toda Hora Brasil, lembro como foram as duas histórias... E a partir daí rolou aquele clima naturalmente, mesmo sem os dois nunca terem se visto pessoalmente, e começaram o namoro pouco tempo depois (coisa que eu continuo considerando loucura, como sempre digo aos três que tenho o prazer de conversar)... E até onde eu sei continuam se gostando do mesmo jeito que no início, mesmo com centenas ou milhares de quilômetros de distância, levando o relacionamento do jeito deles... Admiro os quatro por toda essa coragem e força de vontade (se bem que acho que o nome nesse caso seria outro), eu não conseguiria nem começar um relacionamento assim, imagina levar por vários meses ou até mais de um ano...

O terceiro casal, que eu faço menção honrosa aqui mesmo que os dois tenham abandonado o THB há um bom tempo e provavelmente nem sabem da existência desse blog, é formado por Carolina e Marcio Daniel... Também se conheceram no THB, mas com a diferença de que conviveram como amigos por um bom tempo antes de descobrir que formariam um ótimo casal... Mas a partir daí tudo correu muito rápido, tanto é que ela já saiu de Vitória para o Rio Grande do Sul e os dois moram juntos, e muito em breve oficializarão o casório (o que eu citei no começo do texto)...

Parabéns e muitas felicidades aos três casais, eles merecem... E o mesmo eu desejo a todos que namoram, são noivos, casados ou até mesmo os que estão tentando se juntar, dentro ou fora do THB e da comunidade... E nós que estamos solteiros não devemos desanimar, o que importa é sermos felizes, sozinhos ou não... Eu já fiz minha escolha, e espero que todos façam as suas e acertem...

Feliz Dia dos Namorados pra quem entende que esse dia existe, namorando ou não... E pras exceções que nem eu, bom final de semana ou feriadão... Voltarei a escrever aqui em breve (já que só eu escrevo nesse blog mesmo ultimamente, né :P )...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Um tal de Ney banalizando o país... (parte 3 e última)

Pra finalizar mais essa trilogia (finalmente, né, acho que meus textos longos cansam esse povo), contarei sobre esses seis dias de banalização no Rio Grande do Sul, estado onde eu pretendo voltar o quanto antes, mas até julho eu não posso ir pra canto nenhum, infelizmente... Além da visita a Belo Horizonte, que não foi bem sucedida como eu pretendia, mas que ainda assim valeu demais a pena...

Uma hora depois de ter saído de Curitiba desembarcamos no Salgado Filho, de onde fomos até a casa de Elisa e depois até a rodoviária pra deixar a “bom-retirense”... Depois fomos até o Mercado almoçar, e lá encontramos Maninha... Após o almoço começou o meu martírio: antes da viagem, Elisa ficou de ligar pra alguns hotéis onde eu pudesse me hospedar, já que os que eu ficava normalmente não tinham mais vagas... Ela achou um no centro da cidade, bem barato, já tinha feito a reserva na semana anterior e fomos até lá... Chegando lá, o que vimos foi um verdadeiro hospício, parecia uma casa mal-assombrada, com cada sujeito mal-encarado andando de um lado pro outro... Uma das gurias chegou até a ver um deles passeando nu, ainda bem que eu não vi essa cena... Passei a noite lá, dormi até bem devido ao cansaço que era enorme, mas obviamente não me sentia nem um pouco à vontade naquele ambiente... Até que no outro dia minha “mini-anja da guarda” ficou com pena desse pobre coitado e ofereceu um cantinho na casa dela, onde eu passei o restante dos dias, bem instalado num sofazinho bem agradável... Fico devendo essa até hoje, Elisa, apesar da frescura que eu tinha na época de não me sentir bem em “casa dos outros”, obrigado mesmo por me aguentar até nisso...

Nos dias que se seguiram, eu pude aproveitar melhor a cidade, sempre com Elisa de guia, além de aproveitar os vários momentos sozinho pra refletir sobre os erros que eu estava cometendo até então... Considero os nove dias dessa viagem um divisor de águas na minha vida, se não fosse isso talvez não estivesse tão bem como estou hoje... Mas voltando aos acontecimentos no Rio Grande, decidi tirar um dia pra pegar a estrada e ir até o “Acre”: Frederico Westphalen, visitar Luana, já que sempre ela ia até Porto Alegre uma semana antes de mim... Viajei na madrugada da quarta pra quinta, sete horas no busão, e como eu sempre tenho que fazer alguma besteira acabei descendo uma cidade antes, escutei o motorista dizendo “Seberi” e sei lá o que eu entendi, com o sono que eu tava... Só lembro que desci do busão e tava no meio do nada, sem um pé de pessoa, e uma neblina muito forte... Por sorte, meia hora depois aparece um taxista, que me levou até FW por 30 reais, e finalmente eu pude desfrutar por apenas cinco horas da companhia da “acreana”... Depois, de volta a Porto Alegre, ainda tive tempo de assistir Inter x Boca num bar na Cidade Baixa e dar sorte de novo ao colorado, fazer mais uma visita ao Olímpico com os gremistas Carol, MD e Cassio (botequeiro) e Elisa contrariada, além de algumas voltas na noite portoalegrense e mais um churrasco, dessa vez com a belíssima visão do pôr-do-sol no Guaíba... Mas como tudo que é bom dura pouco, no domingo tive que fazer o caminho de volta pra Recife...

Algum tempo depois, abriu um concurso na minha área no TRE de Minas Gerais, eu que já queria sair de Recife resolvi me inscrever, então peguei minhas trouxas e fui passar os dias 14 e 15 de março em Belo Horizonte... Fui bem recebido na rodoviária por Pedro, Gusta, Fabricia e Mike (os dois últimos botequeiros, e o último me hospedou nesses dois dias, fico devendo essa a ele), depois fomos no mercado municipal, encontrar Jordana que tava acordando quando eu cheguei na rodoviária, ela que dizia que estaria lá quando eu chegasse, eu sabendo quem era ela apostei que não, e não deu outra... Passamos algumas horas lá, depois eu passei a tarde e a noite no aniversário de um dos botequeiros, Rod, que me cobra até hoje por eu não ter bebido na festa... No domingo dia 15 eu fui na UFMG fazer a prova (infelizmente não passei, por isso disse que não fui bem-sucedido na cidade), depois fui ao Mineirão, quase do lado, na companhia de Pedro pra assistir a Cruzeiro x América... Entramos com mais de 30 do primeiro tempo, mas não perdemos muita coisa, o jogo foi 0x0 (não foi placar, foi nota)... Valeu a pena só por eu ter conhecido o estádio, mesmo que não tão cheio como eu gostaria... Espero poder assistir um Atlético x Cruzeiro lá, quem sabe esse ano ainda, vou tentar me programar pro do returno...

Na segunda de manhã voltei a São Paulo, onde eu passaria alguns dias resolvendo os detalhes da minha transferência pra cá... E agora aqui estou, nessa nova vida na maior cidade da América do Sul, trabalhando muito, mas feliz... Faltam poucos detalhes pra ter a vida que sonhei, como alugar uma casa pra morar sozinho (em pouco tempo farei isso) e botar internet no meu computador (espero resolver isso em poucos dias)... Sabia que nos primeiros meses iria sofrer um pouco, tudo pra esse tal de Ney tem que ser com dificuldade, mas no final dá certo, espero que dessa vez aconteça o mesmo...

Termino essa série de textos dizendo que mesmo longe, mesmo sem poder acompanhar o THB ou conversar frequentemente com os amigos que fiz lá, não esqueço de nenhum de vocês, e desejo o sucesso de todos, assim como desejo que o Toda Hora Brasil volte a ser o sucesso que sempre foi... E espero poder ajudar nisso em breve... Pense na saudade que eu tô dessa cambada...

Até qualquer dia, povo...

(Postado por Ney)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Um tal de Ney banalizando o país... (parte 2)

Agora sim, é chegada a hora de pegar o avião ou o busão e sair perturbando os THBistas desse país... Foram três viagens inesquecíveis, e dezenas de pessoas que tiveram o desprazer de me conhecer, no período de exatos 11 meses...

Tudo começou quando eu soube que ia ter um fórum de software livre em Porto Alegre em abril de 2008 (no final de junho vai ter de novo, mas infelizmente não poderei ir dessa vez)... Fiz as contas e descobri que tinha verba pra ir, então resolvi me aventurar mesmo sem nunca ter saído do Nordeste... Antes fiz uma escala de quatro dias em São Paulo, pra rever alguns familiares e conhecer a cidade que um ano depois viria a me acolher... Até que numa quarta-feira, dia 16, desembarquei no Aeroporto Salgado Filho, peguei o trem e acabei indo parar em frente ao mercado municipal de Porto Alegre... Lá fui muito bem recepcionado por Maninha, ou Grazi, como preferirem, e passamos algumas boas horas andando pela cidade, inclusive indo até a sede do Grêmio... No outro dia, já no local onde acontecia o FISL, lá na PUC, tive o prazer de encontrar Elisa, e sempre nos intervalos das palestras e das aulas dela a gente ficava batendo papo... Até que no sábado de manhã, dia 19, eu dei uma escapada da PUC e fui recepcionado num encontro com a presença das duas gurias citadas além de Mine, Mírian, Ana Leila, Vinni, Xande, Marcio Daniel, Guerra, Gonçalo (os THBistas da época) e vários outros botequeiros... Me senti tão em casa que não parava de falar, tanto é que Mine só foi constatar minha timidez alguns meses depois... E por último fui ao Beira-Rio assistir Inter 4x0 Caxias, acompanhado de Guerra e Ana Leila... Gostei dos dois estádios da cidade, mas prefiro mesmo o Arrudão, lógico... Depois do jogo me despedi dos dois prometendo voltar, e cumprindo meses depois...

Como promessa é dívida, mesmo que demore muito tempo pra cumprir, no começo de novembro de 2008 eu tirei uma semana de folga do estágio e me mandei de novo pro Sul do país, mas antes eu mais uma vez fiz uma escala em São Paulo... Dessa vez eu pude conhecer pessoalmente uma palestrina que eu adoro, e que não tinha conseguido visitar na outra passagem pela cidade, Joana... Como eu já conhecia a cidade, não foi difícil de achar o local onde ela morava, apesar do trabalho que foi pra ela tentar (e não conseguir) me explicar... Primeira pessoa que eu conheço que não sabe nem onde mora, brinco até hoje com ela por causa disso... Passamos a tarde toda botando a conversa em dia, e eu morrendo de frio, na época não era acostumado com a temperatura daqui como sou hoje... Depois de mais de quatro horas bastante agradáveis (e que espero que se repitam várias vezes quando ela voltar), fui até a rodoviária do Tietê pegar o busão pra Curitiba...

Chegando em Curitiba, no dia 8 de novembro, um sábado de manhã, com o céu ainda escuro, acabei pegando no sono em plena rodoviária, até que fui acordado por uma mensagem de Simone... Entrei em contato com ela e fui até o hotel onde Mine e Elisa estavam hospedadas, e eu ficaria depois, onde se encontravam elas, Simone, Gui e Vico... Como eu tava há quase 24 horas sem tomar banho, pedi às gurias pra subir até o quarto delas e tomar banho lá... Banho terminado, eu já vestido procurando uma camisa, até que alguém bate a porta... Era Vico me apressando pra eu descer... Abri a porta, vesti a camisa e uns três minutos depois já estávamos no saguão, mas as piadinhas sobre isso duraram meses e meses, como se eu tivesse culpa da tanguice dele... Depois disso encontramos Marcel, Demetrius (irmão dele) e Sal no Passeio Público, além de Iliana e Anna horas depois no Shopping Estação... Foram só dois dias, mas eu aproveitei bastante, com direito a uma mostra da noite curitibana e um jogo na Arena, contado por Mine no texto “Fim da Várzea”, com a presença de quase todos os “CAPenses” do Boteco, além desses três “estrangeiros” e Marcel de intruso, nada à vontade... Além de ainda ter conhecido uma grande amiga “fake” de outra comunidade, uma paranista chamada Luísa...

Na segunda de manhã eu já tava no avião deixando a cidade, mas do meu lado estavam Elisa e Mine, e a aeronave estava em destino a Porto Alegre, onde eu passaria mais seis dias... Seis dias que eu vou descrever em mais detalhes no último texto da série, além da infelizmente rápida visita a Belo Horizonte... Até mais, povo...

(Postado por Ney)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Um tal de Ney banalizando o país... (parte 1)

Bom, conforme prometido há algum tempo, estou aqui mais uma vez pra contar algumas histórias que envolveram o que foi (e espero que continue sendo mesmo na minha ausência) o melhor tópico da história do orkut... Mas desta vez o foco são as histórias que aconteceram fora do orkut, fora desse mundo virtual... Serão três textos (sim, mais uma vez é coisa demais, não dá pra resumir em um texto só) onde eu descrevo os bons episódios em que o Toda Hora Brasil saiu da internet e foi pra vida real e um tal de Ney estava presente, incluindo as vezes onde eu fiz a loucura de botar a mochila nas costas e me mandar Brasil afora...

Mas antes de falar sobre minhas viagens, deixo um primeiro texto pra falar dos vários encontros que ocorreram nas duas melhores cidades do mundo... Na minha terra, Recife e Olinda... Tudo começou mais de um ano e meio depois do início do THB, mais precisamente em 21 de dezembro de 2007, quando depois de vários meses e várias tentativas finalmente saiu o primeiro encontro CB/Recife, que na verdade parecia mais um encontro de rubronegros com este que vos escreve de intruso... Mais de 20 rubronegros, só eu de tricolor e nenhum alvirrubro... Os alvirrubros marcaram a confraternização da comunidade deles pro mesmo dia (mas a piada que rolou foi que a “elite” correu com medo de pagar a conta) e os poucos tricolores que comentavam (na época eu já conhecia praticamente todos, mas não citei os encontros nesse texto por não envolver a CB) tinham uma confraternização no outro dia de manhã... Eu fui o único que fiz um esforço e compareci nas duas, e valeu a pena apesar de eu ter que aguentar todo tipo de gozação...

Três meses depois, apareceu na cidade um certo tanga mineiro, que eu logicamente ajudei a recepcionar junto com a maioria dos THBistas pernambucanos da época... Pedro se sentiu tão em casa depois dos churrascos, das bebedeiras no Vagão e das visitas à Ilha do Retiro e Aflitos que acabou voltando várias outras vezes (se bem que na verdade ele voltou por outro motivo muito especial que todo mundo sabe qual é)... E nessas outras vezes a farra foi a mesma, apesar de ele estar ocupado com coisas bem melhores... Com direito a visita no melhor estádio do mundo e no melhor carnaval do mundo...

Algum tempo depois teve mais um encontro, aproveitando a visita da natalense mais querida da história do THB, Julie... Boas histórias que começaram na casa da “cozinheira” Liginha, e depois lá no Bode do Espinheiro onde teve o encontro de fato, e um vídeo memorável e muito engraçado que até ajudou a dar início a um romance (Patricia contou bem melhor essa história no texto dela)... Só faltou terem cortado minha parte no vídeo, mas agora já era mesmo, né...

Depois disso ocorreram outros encontros, com destaque pra confraternização do final de 2008, que dessa vez reuniu gente das três torcidas e foi muito ótimo demais, apesar da conta ter sido bem alta e a comida bem pouca (não esqueço da cena em que eu, Elton e Vitor Hugo saíram madrugada afora atrás de algum bar ou lanchonete aberta, morrendo de fome, indo bater no Mc)... Além do último encontro onde eu infelizmente não estava presente, já tava aqui em São Paulo, mas soube que foi muita gente, farra das boas inclusive com direito a jogo do Santa no Arrudão, e outras coisas que só Mine, a visitante da vez, pode explicar...

Nos próximos textos contarei sobre as vezes em que eu fui um visitante, várias cidades desse país foram banalizadas, e ainda faltam algumas que eu pretendo visitar ou revisitar esse ano ou no máximo ano que vem... Aguardem...

(Postado por Ney)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Chegada aos 10.000 posts do THB 3 – A Revanche

Esse feito aconteceu no dia 17/05/09, um domingo a noite. Tínhamos até o começo da noite 9750 posts... Participaram dessa “corrida” pelos 10.000 posts: Carlos, Cela, Anna, Pedro, Gui, Bianka, Sal, Gusta, Bruna, Mateus, Mine, Neném e Beto. Aconteceram diversos tipos de conversas, placar de jogo de Basquete, padeiragem, até a ideia de um orkontro em Floripa.

Aos poucos foram sobrando só alguns, diria eu, os mais fortes... Cela, Anna, Pedro, Gui e Carlos. “Lutando” como loucos para ver quem pegaria o tão sonhado post. Sempre começa a ficar lenta a postagem, o orkut diz que você deve esperar pra postar, você se perde na contagem, a internet fica lenta e pronto, numa conversa do nada, a senhorita Cela pegou o post 10.000, meio que sem querer. Foi totalmente merecido ela pegar esse post, afinal ela sempre passa pelo THB e posta: ‘Up [n° qualquer]’.



Comemoramos sim a chegada a esse número de postagem, não pelo número em si, mas por conseguirmos mantermos a todo custo o tópico que fez surgir nossas amizades, queremos mantê-lo vivo, e assim será. Que novas amizades surjam e que as antigas se fortaleçam.

THB - a história continua e somente os “fortes sobrevivem”...

Postado por: Anna Stubert

terça-feira, 5 de maio de 2009

FIM DE VÁRZEA 2!

O único jogo que teve na cidade do Recife (parece estranho, mas vou escrever como se fala por lá) foi um amistoso entre Santa Cruz e Vasco.
Fomos ao jogo eu, Patrícia, Liginha, Binho, Fernanda, Vitor Hugo e o tricolor Elton, que fez as honras da casa. Chegamos lá e a fila para a compra de ingressos era enorme. Acabamos comprando de cambistas, hahaha.
Pela situação em que se encontram os dois times, não é complicado imaginar a qualidade do jogo. Mas disso eu não vou falar.
O Arruda é um estádio grande, e bonito. O maior e mais bonito dos três que visitei na cidade, isso posso afirmar com certeza.
Me surpreendi quando vi vendedores de ovos de codorna no estádio, isso eu nunca poderia imaginar que acontece.
Enquanto rolavam os comentários sobre as diferenças dos estádios do sul e do nordeste, o jogo empatava em 2x2.
Acreditem, os rubro negros e alvirrubros estavam torcendo para o santinha. Além da torcedora do tricolor gaúcho e o torcedor coxa branca paranaense.
Na falha do zagueiro tricolor, o Vasco faz o gol da virada. O estádio se silencia. E só se escuta um jargão "BARBARIDADE", obviamente eu pronunciei. Foi engraçado, pois as pessoas voltaram seus olhares pra mim.
Vi duas camisas do Grêmio naquele dia. Um guri vestindo uma dentro do estádio e outro na saída.
Quando acabou o jogo, tirei foto com a camisa do Coxa. O segundo maior do sul. Quando fui a Curitiba esqueci de tirar essa foto.
Foi uma experiência bem diferente ver esse jogo, pois além de não ter nada a ver com meu time, não valia nada, mas valeu pessoal!

Postado por: Iasmine Eidelwein

domingo, 19 de abril de 2009

Quando o acaso mudou minha vida


Sempre participei da comunidade do Náutico. Um dia, por acaso, vi um tópico onde uma pessoa pedia que os alvirrubros entrassem numa comunidade (não era a CB) sobre o Brasileiro, pois estavam falando mal do nosso time. No mesmo instante avisei no tópico que iria participar de tal comunidade. Lula, ao ver meu comentário, disse que eu participasse da CB, pois era a melhor comunidade sobre o campeonato. A princípio não tive interesse, mas não fui contrária ao conselho dele.

No meu começo de CB eu estranhava muita coisa. O pessoal falava em padeiragem e eu nem sabia o que significava esse termo. Muitas caras eram estranhas pra mim, pessoas com as quais nunca conversei, mas o primeiro contato com elas foi muito legal. Lembro bem de Ney me perguntando onde eu morava. Lula e Liginha já eram meus conhecidos das antigas, digamos. Foi nesse começo que uma pessoa bem “pra frente” me chamou à atenção: Pedro, que de cara me perguntou quando eu iria a BH, se junto com os pães de queijo que ele me mandaria eu não queria que ele viesse também.

Com pouquíssimos dias de CB eu já tinha sido convidada pra participar de um Orkontro. No fim de maio de 2008 conheci Julie. Esse encontro foi o divisor de águas na minha relação com Pedro. Foi por causa de um beijo que eu tava morrendo de vergonha de mandar através de um vídeo que passamos a nos ver com outros olhos. A partir desse episódio a atenção que um dispensava ao outro foi se tornando mais importante a cada dia. Nos falávamos durante todo o tempo disponível que tínhamos. Em seguida vieram as mensagens no celular e as ligações todas as noites. Pedro tornou-se mais presente que qualquer pessoa que me via diariamente.

Em uma semana minha vida mudou. Eu já não agüentava mais e resolvi dizer a Pedro o que eu realmente sentia por ele. Assim começamos esse namoro que já vai pro seu 11° mês. Nesse tempo Pedro já veio aqui várias vezes, já conheceu minha família, já mostrou que me quer de verdade. Eu já fui em BH e pude perceber o quanto os pais dele apóiam nosso namoro, acreditam no nosso amor. Não vou dizer que é fácil namorar alguém que está mais de 2.000 km longe de você, mas digo que não é difícil namorar alguém que já te mostrou de todas as formas o quanto te quer e te ama, o quanto quer lutar pelo teu amor.

Eu comecei a amar Pedro não pelo que ele poderia ser quando eu o conhecesse pessoalmente, mas pelo que ele sempre me demonstrou através de suas palavras. Uma semana é muito pouco para alguns, mas pra mim foi o suficiente pra conhecer o caráter de uma das pessoas mais incríveis que já me apareceu. Em uma semana eu pude ter a certeza de que era ele quem eu queria pra me acompanhar. Pedro me fez valorizar muitas coisas simples às quais ao longo da minha vida eu não soube dar valor, ele me ensina que nós construímos nosso futuro com as simples ações de cada dia.

Com Pedro eu descobri o que é um amor de verdade, pude conhecer o respeito de um homem pela mulher que ama. Foi com ele que tive vontade de casar, de ter filho. É com ele que eu sei que realizarei essas vontades a fim de que sejamos ainda mais felizes.

Hoje nosso amor é mais maduro, mas não menos belo. É por esse amor que nos consome que vivemos um pelo outro a cada dia.

Pedro, eu amo você. Muito obrigada pelas padeiragens.


Publicado por: Patrícia

Um time de série D, um amigo de série A


Hoje faz um ano que conheci pessoalmente várias pessoas especiais. Mas vou falar de uma em específico. O nosso grande amigo, Ney Charles.


Uma criatura adorável, que quase não fala e muita escuta, sempre disposto a ajudar a todos nós. Aquele que tudo sabe( um dia descubro a “fonte” dele).


Lembro-me nitidamente dele tomando um gole de chimarrão cuspindo e ainda lavando a boca, dele brincando com o telefone no quarto do hotel em Curitiba quando eu e a Elisa super cansadas estávamos querendo dormir, dos chats, das piadas, das conversas.


Hoje ele está passando por uma mudança radical em sua vida, morando em São Paulo trabalhando em um local diferente, as mudanças são grandes.


Ney, vou falar por mim, mas tenho certeza que todos sentem a mesma coisa.


Muita sorte nessa sua nova trajetória, sucesso e a paciência que se fará necessária.


Agora tu pode nos visitar mais vezes.


Iasmine Eidelwein

sábado, 18 de abril de 2009

Iliana, o início

Eu só poderia iniciar pela porta de entrada, tenho muitas histórias pra contar do THB, assim como sei que tem uma pessoa chamada Ney, que aliás eu gosto muito, tem muitas histórias também...
Entrei no começo de 2006 na Comunidade do Campeonato Brasileiro... nem me lembro o mês e o dia exato... só sei q estava em um período de “prolongadas férias” então tinha tempo de ficar quase o dia inteiro na internet, rsssss
Quem me convidou pra participar da comu, foi o Tinho (um Atleticano Paranaense muito gente boa), acho que pouca gente lembra dele ou não o conhece...mas nos encontramos muito na comunidade do CAP, se bem que como alguns podem firmar, Estou super ausente do Orkut... ah entrei junto com a Nina e a Nika, que não participa mais...
Achei legal entrar numa comunidade em que os times eram “respeitados” claro que pelas regras, não podíamos falar os apelidos que adoramos designar os nossos rivais...
O primeiro tópico que participei foi o “Toda Hora Brasil”, de cara já adorei o nome... e quando entrei estava rolando a melhor história do Orkut, os mais antigos devem lembrar, que era a história do Jackson (tinha que ser são paulino) e da namorada dele... aquela que ela pegou ele dizendo algumas coisas na comu...rsssssssssssssss. Esses posts eram tão hilários que resultavam muitas risadas e viravam as madrugadas. Fora que os piás começaram a invadir o profile da garota, o qual causaram muitas suspensões... ahuahuahauhahauhauh
Passando esse período conturbado, comecei a conhecer algumas pessoas da comu: a Deise, Ink, Mauricio, Ney, JV, Brunno, Rogerinho, Lobão... nossa tem muito mais nomes, alguns já nem participam mais...
Notei q a comunidade era um grenal no começo...mas foi ficando bem divertida depois da entrada da galerinha do Sport, isso eu escreverei em outro post de continuação...
A maior perda da comunidade foi a perda do Tópico do THB, nele estava a parte da história da comunidade ...tudo q acontecia era postado ali...
A outra perda foi os tópicos da madrugada que nem sempre lembrávamos de tirar um print pra rir depois...conheci muito a galera nesses tópicos...
Agora a maior alegria do THB foi que conheci muita gente, virtualmente ou não, que hoje fazem parte do meu ciclo de amizades e os quais quero cultiva-los pra sempre.

Amo todos vcs!!! Iliana

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Um homem, um tópico e suas mudanças

Me lembro como se fosse ontem, um menino imaturo, que estava cheio de dúvidas por ter acabado de entrar na faculdade, sem saber o que pensar da sua vida, procurava um refúgio para seus problemas da época ao entrar em um simples tópico-chat do Orkut. Com a falta do THB antigo, eu não sei informar quando comecei a fazer parte dessa família, mas sei que minha vida toda mudou ali, vieram dúvidas, vieram certezas, vieram conclusões, vieram dilemas, vieram amores, vieram amizades, fugiram amizades, fugiram problemas, surgiram problemas, enfim a única certeza é que eu não consigo me desvinciliar mais dessa epopéia que é o Toda Hora Brasil.
A única certeza é que eu entrei um, e hoje sou outro. E sempre vai ser assim, em todo lugar que passamos, levamos um pouco de cada pessoa e deixamos um pouco de nós em cada uma. Todas as pessoas, sejam as que você tem problema, ou as que você se identifica mais, são importantes na sua história. E isso é o que faz a vida tão foda.
A minha maior impressão do THB é o choque cultural, mesmo com cariocas, paulistas, que são meus "vizinhos", eu tomo um susto com determinadas coisas que são da cultura deles e que não são da minha, ou mesmo algo que tenha em minha rotina e eles não o tenham. Para alguém que tenha qualquer problema de convivência com diferentes, uma comunidade tão pluricultural como a CB é um chamariz de problemas, já presenciei muitos, como o do Kaiser com os pernambucanos como o Ney, o Luna e o Felipe.
Mas para mim, criado numa família que tem negros, estrangeiros, pessoas de diferentes religiões, de conceitos diferentes, é fichinha, eu adoro viver as diferenças culturais do nosso país.
Vou direto ao ponto central, eu queria falar um pouco das pessoas que foram importantes para mim, mesmo as que tive desavenças. Eu sei que vou esquecer de alguém, já peço desculpas de antemão.
Eu queria falar primeiro da Patrícia, ela me fez descobrir o amor, me fez descobrir algo que achava impossível e que me controlou muito, que é ter um relacionamento com uma pessoa que não habita o mesmo espaço que você e também me fez viver em Recife quase o mesmo tanto que vivo em Belo Horizonte! Hehehehehehe.
Muita coisa me marcou, como por exemplo as minhas primeiras idas a Recife e ao Rio de Janeiro, nunca vou me esquecer da recepção maravilhosa, acredito que pude retribuir ao meu grande amigo Ney em sua vinda, ou mesmo ao também grande amigo Thiago, mesmo ele tendo vindo antes de eu sair de Belo Horizonte para conhecer meus amigos da comunidade. O meu maior sonho é participar de um Encontro Nacional mesmo, nós já não temos relações apenas virtuais, todo mundo é parte da vida dos outros, isso eu admiro demais no Boteco, apesar de achar que eles nos recepcionaram mal. O pessoal daqui me recebeu bem, mas eu duvido que nenhum de lá seria mal recebido na Cb, porém, eu admiro demais a amizade deles, a união que todos tem.
Uma coisa que digo, já tinha dito isso anteriormente para alguns, isso é tão real para mim, que realmente eu gostei da Luana e da Elisa, gostei de verdade, mais até do que namoradas que tive na "vida real" em Belo Horizonte. Fora que hoje em dia, vários dos meus melhores amigos são da CB, da SJ, e também o pessoal da pelada da comunidade do Cruzeiro, a vida mudou demais, quando eu tinha meus 13, 14 anos, não acreditaria que isso poderia ser possível.
Tudo que vivi foi maravilhoso, mas tenho meus arrependimentos. Arrependo de formas como tratei a Carol e a Mine, principalmente a Mine em determinado momento, hoje eu amo a Mine de paixão, uma menina maravilhosa, uma amiga fora de série. E eu também respeito muito a Carol, ela tem seu jeito, eu tenho o problema de ser muito desconfiado. Reparar erros é difícil demais, e mesmo reparando, a consciência sempre aperta.
Já tive meus enganos, já me frustrei com muita gente, como a Lígia, que eu hoje em dia acho uma pessoa falsa, mas não vou entrar na questão, quero valorizar meus amigos, as pessoas que gosto, as pessoas que mudaram e que mudam diariamente a minha vida. Outro erro é nunca ter me aproximado muito da Anna, uma pessoa que me considero parecido com ela, vários dos problemas que a vejo ter, eu já tive em minha vida.
Agradeço a todos por tudo e agradeço a amizade, agradeço o amor, agradeço o carinho e a atenção sempre e sei que vocês são pedaços de mim já. Contem comigo pra sempre e obrigado novamente pela lealdade.
Escrito por Pedro Rocha, um simples belohorizontino, com sonhos, com ambições, mas com muita lealdade para oferecer para todos vocês.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Das Alterosas Sou Mineiro

Chegou minha vez de escrever também ! Nem sei por onde começar ! Entrei na comu assim que o galo saiu da série B. Até que me divertia na comu da série B, mas meu lugar não era lá ! =P Demorei um pouco a entender as regras, postava em tópico da moderação mas nunca fui expulso ! \o/ =) Já me convidaram pra ser moderador também mas sempre recusei, as vezes por falta de tempo e também porque não to querendo dor de cabeça desnecessária...é por isso que sempre dei muito valor ao trabalho da moderação, porque sei que é foda controlar aquela turma!

Sempre curti bater papo na net, desde os tempos do velho icq....o THB me proporcionou conhecer muita gente bacana no brasil inteiro...coisa que nunca imaginava que poderia acontecer antes do orkut ! Ganhei até um apelido que nunca tive: Gusta (nah !!!..pensaram que ia falar emo né ! =P Emo sãos vcs bandibicha !!)

As vezes (quase sempre) sou meio na minha, não me envolvo muito, falo pouco no msn, não sou de ligar, nem mandar scrap, msg e depoimento.. hehehe sei que sou meio paia, mas isso não significa que não gosto de vocês..é só esse meu jeito autista de ser. =)

No Rio, Curitiba, Floripa, São Paulo, Porto Alegre e até aqui em BH conheci pessoas que agradeço a Deus por ter colocado-as em minha vida... e se Deus quiser ainda irei conhecer muitos outros que pretendo conhecer e essa amizade será tão duradoura quanto ao amor que nos une: O amor ao nossos times e ao futebol.

Depois vou tentar lembrar de algum “causo” engraçado das minhas andanças pelo Brasil.
Abraços =)
Gusta

Postado por: Gustavo Duffles

terça-feira, 14 de abril de 2009

Desculpas...



Não lembro o dia certo em que entrei na CB, foi no ano de 2007, lembro de um fato que ocorreu. Primeiro dei uma lida básica em alguns tópicos e tal. Mas não li as regras, acho que a maioria dos usuários não faz isso, um erro grave. Primeiro tópico que fui postar era do CAP, provocação barata da minha parte, cheguei e falei poodles, e mais uns termos pejorativos. Quem estava no mesmo tópico no momento era a Iliana. “De cara” não gostei do jeito dela, me respondeu de um jeito que não curti, e apartir daí passei a odiá-la, hahahaha! Após infringir as regras fui suspensa por uma semana.

Após voltar da suspensão, fui cautelosa, li as regras e me comportei como uma boa menina que sou, hahahahah. Conheci diversas pessoas ali, Nina,que virou minha companheira na dupla “Anna Boy e Nina Perigo”, Mine, Igor, Rone, Pedro, Gui, Ney, Leoncio, Julie, Binho, Liginha, Lula e muitos outros. Depois de me interar de como funcionava mesmo a comunidade, percebi o quão querida a Ili era por todos, e fui vendo que a errada na história era eu, tive uma má impressão dela por algo que falou do meu time. Hoje somos amigas, confio demais nela e sei que é uma pessoa e tanto. Aprendi que julgar pela “capa” é extremamente errado e acabamos “caindo do cavalo” por isso.

Já errei algumas vezes com o pessoal que participa do THB, tantas e tantas vezes tentaram me abrir os olhos e, eu cega não quis enxergar. Me afastei de todos, saí da moderação, excluí muita gente do MSN, orkut, só lia o THB... Hoje vejo o quanto fui burra, e o quanto perdi com isso. Peço desculpas a todos por isso, de coração mesmo.

Que eu possa reaver as amizades perdidas, que possa conquistar muitas outras. Que esse ano de 2009 possa ser tão bom quanto o de 2007 para a CB e o THB. Que muitos orkontros venham por aí, e que essa família THB se fortaleça cada dia mais. Aos novatos no THB, sejam super bem vindos, aos antigos, reapareçam.

Postado por: Anna Stubert

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Banheiro Feminino


Como o Duzito já falou da SJ, acho bacana falar um pouco pra vo

Como o Duzito já falou da SJ, acho bacana falar um pouco pra vocês sobre o BF... Nosso tão “difamado” Banheiro Feminino onde as meninas se encontraram com o propósito de falar coisas que só falamos pra outra amigA.

De novo estou nessa turma por conta da florzinha do alpes, Mine, um dia ela me chama no msn e diz: simone, adiciona esse endereço aí ****** ; e lá estava eu no BF.

Podemos dizer que no BF eu descobri que a amizade na rede pode ser mais do que apenas pessoa em lados opostos de uma linha trocando idéias... Muita coisa já foi dita por lá... Muita coisa aprontada... Ei gurias, lembram daquela vez do jogo das músicas? Aquilo foi muito legal, pois nos escutávamos; a Grazi tem um jeito engraçadinho de falar (um trequinho com o R). Até, uns dias antes do fim do ano alguém me pediu: Ei, Simo, vamos jogar? (sei quem foi, quero ver se a piduncha lembra!).

O BF fez eu me aproximar primeiro da Ferpa e da Anna, é possível que isso tenha acontecido porque usamos o skipe direto e olha, é muito bom... Eu entrei pro BF mais ou menos em julho ou agosto do ano passado, todos os preparativos para duas viagens sendo feitos, e eu ali, no meio daquela confusão mais querendo fugir que outra coisa, mas quero ver vocês fugirem de um bando de mulher... Impossível...

As coisas se tornaram mais bacanas em setembro, quando a ferpa veio pra cá, eu, Ferpa e Anna juntas... Coitado de quem está perto... Era o Banheiro se tornando uma realidade... E a Aru ainda veio junto no barco... Formam dias perfeitos... Mas duraram pouco... Ou melhor, duraram o suficiente pra gente ter certeza de que queria mais.


Como o Duzito já falou da SJ, acho bacana falar um pouco pra vo


E esse mais veio numa sexta, 31 de Outubro, quando eu e a Annita fomos buscar no “roporto” as gauchitas Mine e Elisa...

O que foi nosso almoço no Estação? Até Marcel e Vico (rapidamente) apareceram... Mas o encontro entre as gurias foi uma loucura... E lá estava mais uma vez o BF reunido em Curitiba...

Como o Duzito já falou da SJ, acho bacana falar um pouco pra vo

Ainda tivemos mais um encontro em Janeiro, esse que já foi descrito.

Como o Duzito já falou da SJ, acho bacana falar um pouco pra vo

Tantas histórias pra contar, tantas risadas por dar, mas não quero ser a única por aqui postando, então pessoal, aproveitem a boa vontade e o esforço dos redatores desse blog e contem... Façam-nos rir, chorar, ficar com raiva... Vamos fazer o mundo conhecer o THB e nossas histórias, pois turma como essa do BF, só pela net se encontra.




Por Simone Rugilo

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Primeiro risco

Pra começar esse texto quero dizer, que o primeiro motivo dele estar acontecendo, é porque a Mine insistiu bastatão comigo sobre participar do THB e depois da Beudos, afinal, eu nem sou muito participativa por lá, mas quando os tão falados chats começaram, Nossa... só serviu para estreitar os laços de amizades entre a gente...


Tenho muitas coisas pra contar, muitas historias (sem acento agora) pra contar, umas mais importantes, outras menos... Queria que uma não fosse mais importante que outras, mas como já foram ditas algumas coisas que eu bem pretendia dizer, escreverei sobre uma visita por aqui...


Janeiro, Simone toda animada, muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, volta do ano novo em Floripa com a Anna, a Ferpa e o Binho (como bem já foi dito pela nossa querida scANNA), minha casa no fim de uma reforma, meu quarto novo, meus 33 anos e a visita de duas gauchinhas muito fofas por aqui, que entre outras coisas que aprontaram, me expulsaram do quarto novo no meu segundo dia dormindo nele...


Cada um dos 5 dias que elas passaram aqui foi uma experiência ímpar pra mim. Outras visitas já haviam acontecido, a própria Elisa já tinha vindo com a Mine em novembro, Ferpa e Binho; mas Elisa e Mirian terem ficado aqui em casa foi importante, conhecer exige convivência, e melhor do que falar pela net, é olhar nos olhos das pessoas que amamos pra poder dizer as coisas que queremos...


Foram dias cansativos, saímos e passeamos, fomos a jogos (nem quero falar muito sobre isso), fiz o passeio da linha turismo lá em cima (aos que não sabem tenho medo de altura – mas como bem disse Elisa em algum lugar – o que a gente não faz pelos amigos...)... Dediquei tempo às amigas e não me arrependo e nem acho que foi falso ou insalubre...


O que falar dessas duas... Elisa, essa baixinha que como a própria Mine disse, é gigante. Veio pra Curitiba com um propósito, torci um monte, parece que deu certo. Adoro conversar com ela, sempre pronta pra escutar e sabe que pode ser ouvida também. Tem me ajudado bastante com as perguntas de psicologia que estou fazendo, resta saber qual de nós duas ficará maluca primeiro.


E a pequeninha Mirian!!!!!!!! Essa uma que será a melhor jornalista que eu conheço e que tem a caretinha mais apaixonante do mundo. Uma pessoa que está começando uma coisa nova na vida e que, não podendo ser diferente, esteve cheia de medos e dúvidas, mas afinal, que adolescente entrando pra uma universidade do tamanho da UFRGS não teria? ET, essa coisinha que me ensina a cada dia que a alegria de estar viva também é poder compartilhar experiências e cuidar do que gostamos... Apesar de não ter acreditado em mim (rsrs) um dia, aprendeu que dizer a verdade pra mim é importante e que eu amo, por isso disse.


Tenho muito o que dizer de tanta gente... Essa viagem das duas pra cá teve também momento engraçados, falarei sobre eles, mas os textos que estão publicados andam tão emotivos, que achei legal escrever algo assim primeiro.


Dessa feita, fico por aqui.



(Postado por: Simone Rugilo)


terça-feira, 7 de abril de 2009

Despedida

Bom. não vou contar como foi que entrei na CB, nem minha historia antes da CB, nem durante os primeiros 6 meses de CB, até pq isso Gui, Pedro e Ney já falaram.

Vi o tópico sobre o blog na CB ontem, estava totalmente sem tempo, totalmente ocupado, queria comentar algo com eles no Chat do MSN, mas achei melhor não.

Hoje acordei e vim ver meu Orkut rapidinho, e voltei no tópico, decidi não trabalhar pela manhã para deixar meu relato de Lealdade, de Fanatismo, e o mais importante meu agradecimento e meu pedido de Perdão para aqueles que sempre considerei como meus irmãos, irmãs, amigos, amigas.

O Principal motivo do THB ter formado historias de amizades, amor, intrigas foi por lealdade, respeito e companheirismo de membros.

Encontrei dentro do THB um grupo especial de torcedores, que por todos os motivos mereceram de mim um laço de Lealdade e Companheirismo, pelo motivo deles serem amigos certo, fieis, demonstrando virtude verdadeira, uma gloria da nossa natureza humana. A historia não possui volumes suficientes para registrar os nomes dos milhares de amigos ignorados que foram fiéis até a morte, Essa heróica lealdade que tive exalta nossa natureza, e é um exemplo a ser imitado por todos aqueles que querem se transformar em melhores amigos, nenhum homem, jovem ou velho pode ter mais honra do que se considerar realmente amigo de alguém e ser digno da confiança total da pessoa.

O THB me deu isso, e com certeza deu isso para mais pessoas que ali estavam, deu Honra em encher a boca e falar, EU SOU SEU AMIGO.

Essa lealdade é posta diariamente à prova quando temos que ser fiéis à confiança em nós depositada, fidelidade às idéias que temos professado, fidelidade às obrigações que tenhamos contraído, sabeis tão bem quanto eu, que aquele jovem que tem palavra, aquele em quem se pode confiar, certo de que cumprirá suas promessas, se são humanamente possíveis, desfruta da confiança e da estima em consideração de todos.

Jamais esquecerei de como vcs de um certo modo conseguiram ajudar a salvar minha vida, de como vcs me deram uma atenção, uma ajuda e um conforto além da própria conta, Jamais vou esquecer de dias em que estava totalmente deslocado, pensando em fazer merda, pensando q tudo tinha acabado, e que vcs, sim SABEM BEM QUEM SÃO, não preciso citar nenhum nome, estava sempre lá, para me ajudar, ou para me mandar calar a boca e levantar a cabeça.

Bom, mas td tem seu tempo, formei em minha universidade, assumi responsabilidades que não pude dividir, Por motivos leais fui obrigado a abandonar de um certo modo meus grandes amigos, por favor jamais quis deixar vcs em segundo plano, até em terceiro, mas fui obrigado a fazer isso para meu futuro ser promissor.

Vcs vão entender é claro, que chega em um parte da vida, q as decisões não vão ser mais de modo simples e tranqüila, chega uma parte da vida q a decisão não pode ser mais tomada em conjunto, e sim por si próprio.

Tudo bem, temos uma grande historia de amizade, temos uma grande historia de paixão e consideração, Temos em nos a virtude da Pureza, a virtude da paz entre nós, esse grupo virou de torcedores fanáticos a amigos fanáticos e apaixonados.

Esse grupo venceu.

O que me resta é pedir o mais puro perdão.

Perdão por não estar no lado de vcs quando eu podia, perdão por deixar a desejar muito que vcs queriam, Perdão por criar uma historia e sumir.

Por algum tempo fui ignorante com vcs e comigo mesmo, deixei a desejar para todos, e hoje sinto que trai vcs de algum modo.

Tenho uma vida nova e maravilhosa graças a amigos que formei dentro do THB, e hoje volto a reverenciar por tudo que é sagrado que consigui lá,

Consegui criar um ORGULHO de tamanho incalculável de conseguir ser amigo de vcs, e consegui dizer q os amo.

E não basta conter todas as virtudes que conseguimos ente nos, pq temos caráter humano, temos cortesia, temos reflexos de paz e amor.

Ganhamos nossas vidas quando decidimos em sermos amigos.

Me Perdoem por não assumir com alguns compromissos q fiz, me perdoem por não conseguir ser as vezes, tudo aquilo que vcs esperavam de mim.

O THB fez milagres, e jamais vai ser esquecido, pelo menos por mim, jamais um lugar assim, fez de uma amizade, um casamento,

Jamais um lugar assim fez de uma rivalidade uma grandeza incontestável que se denomina PAIXÃO de AMIGOS.

Obrigado THB.

(Postado por: Eduardo Araujo)

Fim da várzea.

Até agora foram contadas aqui histórias de como a nossa amizade surgiu, se fortificou e se tornou o que ela é hoje para nós: essencial. Vou começar uma nova série de histórias. As que vivemos juntos, em todos os cantos desse país continental.


Façam um exercício de imaginação comigo...


Imaginem um domingo chuvoso e nublado.


Pior, um domingo chuvoso e nublado em um estádio de futebol. Tem como ser pior?


Acreditem, pois tem.


Um domingo chuvoso, nublado em um estádio de futebol, onde qualquer que fosse o resultado da partida nada mudaria para o seu time.


Assim foi parte do meu domingo, dia 02 de novembro de 2008 em Curitiba.


Fomos eu, Elisa, Ney, Marcel e Bruno assistir o jogo Atlético Paranaense X Sport.


Eu vesti vermelho para ver o confronto!


O jogo foi feio, dois times apáticos em campo, um jogo morno, parado, com pouquíssimas chances de gol para ambas as equipes..


Em todas as chances de gol, geralmente de bola parada, do time local a torcida cantava A-tlé-ti-co! A-tlé-ti-co!


Os zagueiros do Sport só faltavam dizer aos atacantes do “furação” “por ali, meu bem” .


Acreditem, o jogo foi bemmm ruim.


Aos 46 min do 2º tempo o Atlético faz o único gol da partida.


Ney comemorou com os atleticanos, obviamente. . Eu, Elisa e Marcel nos olhávamos com cara de quem diz: O que estou fazendo aqui??? Rimos muito da situação. .


Na saída do estádio a torcida comemorava como se o time estava sendo campeão do mundo, e o que acontecia no momento era apenas a possibilidade de sair da zona de rebaixamento.


Esse jogo foi o fim da várzea, de tão chato como se fiz por aqui.



PS: Não pude ver o “Galatto, Galatto Milagre, Milagre" em campo mas vi o “Sandro Goiano e Dalhe Sandro Goiano” jogando mais uma vez.

Por: Iasmine Eidelwein




segunda-feira, 6 de abril de 2009

A lealdade acima de tudo

Me lembro de um certo dia. Um momento comum em minha vida, que não fazia nada em casa, mas resolvi fazer parte do chat da Campeonato Brasileiro 2007, um tal de THB, que só acompanhava ausente, não por timidez, mas por falta de assunto pra enturmar. Esse dia mudou minha vida, mudou meu rumo, mudou minha rotina, era uma coisa viciante e me levou a uma época que dura até hoje, a época mais incrível da minha vida.

Nesse primeiro texto, gostaria de destacar um grupo de amigos, amigos que sempre andam juntos, que se destacam pela cumplicidade e pela lealdade. Claro que a palhaçada rola solta e um sempre tira com a cara do outro, mas eu quero falar da Sala da Justiça, a popular SJ.

Parece que foram ontem os primeiros chats no Msn que o THB causou, nós homens usávamos aquilo para padeirar, mas quando não tinha mulher, sempre saíam só pérolas. O primeiro de todos que começou a fazer a ideia ir adiante foi um que o Luna (o mestre que tocou o fodas pra CB) falou tanta besteira, mas tanta besteira, que correu todas as meninas, e eu também falei muita merda naquele dia, não nego.

Esses chats rotineiros de msn, foram resultando em grandes conversas, até que um dia, lá pra novembro de 2007, resolvemos ficar a madrugada inteira tentando falar no Fantasia do SBT para pedir o Hino do Ituiutaba e mandar abraços para dois grandes amigos nossos, o Ney e o Lula.

Os dois se estressaram, até que sem razão, porque a gente não ia queimar muito o filme dos dois...Hehehehehehehehehehe!

Os chats só entre os homens já eram tanta rotina, que criamos nome para nós mesmos, a Liga da Justiça e também começamos a chamar a sala de conversa de Sala da Justiça, nome bem engraçadinho.

Contamos muitas histórias e já até enfrentamos inimigos invisíveis (os caras se lembram disso...Hahahahaha), até que primeiramente fizemos uma comunidade secreta e logo depois fizemos o nosso chat de Msn, com o mesmo nome.

Já enfrentamos muita coisa, acusações de “coorporativismo”, falsidade contra todos, coisas que nos irritaram, mas nunca fomos uma “panela”, sempre aceitamos todos que se identificavam conosco e que tinham um perfil de lealdade.

Mais do que amigos, somos irmãos na SJ, tem vários ali que nunca vi pessoalmente, mas sempre sei que posso contar com a amizade de todos, tanto nas boas, como nas ruins. Sempre andamos unidos e sempre há a lealdade em nosso grupo, não me esqueço do dia que o Gui estava mal e me ligou, acho que depois ligou para o Lucas também, sei que se um dia rolar algo comigo, posso ligar para eles que terei alguém para conversar.(Por Pedro Oliveira)

Uma história em curso...

Nem me lembro direito quando foi que entrei no THB, se no final de 2006 ou começo de 2007, para mim, aquilo não era tudo completamente novo, já estava acostumado com chats de orkut, pois participava da Paraná Clube – Chat, então até que me adaptei bem.

No começo, entrava de vez em quando e via sempre as mesmas pessoas, até que um dia, pediram o meu email e começamos um chat no MSN. Aí sim foi meio estranho, pessoas que eu mal conheciam, mas que ao mesmo tempo, eu me sentia seguro em falar qualquer coisa.

Foi a partir daí que me viciei no TODA HORA BRASIL e nos chats do MSN, todo dia eu tinha que postar, mal esperava à hora pra poder entrar no PC. Lembro-me bem que ainda tinha aquela "competição" pra ver quem dava o up matinal, um dia cheguei a acordar pra ir pra escola e me lembrei, liguei o PC logo cedo só para postar primeiro.

O tempo foi passando e cada vez mais fui confiando naqueles com que eu conversava, contei e ouvi segredos, ri ou me preocupei com as histórias e fui fazendo grandes amigos, que considero até hoje.

Uma boa época pra mim, que guardo até hoje, são os chats sobre o programa Fantasia, a gente tentava ligar pra participar, ria o tempo inteiro, tudo isso até as quatro horas da manhã.

Tudo estava indo muito bem até o sumiço do THB original, todo mundo ficou sem saber o que fazer e ele praticamente foi morrendo aos poucos, eu e mais alguns outros, sempre tentamos fazer com que ele voltasse, mas era muito difícil, a nova “geração” da comunidade, era diferente e não ligava muito pra isso, aos poucos fomos conseguindo melhorar e daí veio a segunda decepção, o sumiço do segundo THB, no começo desse ano e até agora não conseguimos fazer ele melhorar.
Admito que parei um pouco de me preocupar com o THB e me ligo mais nos chats do MSN, mas ver o THB de volta, como antes, seria algo que me deixaria muito feliz.

Por fim, como sempre, gostaria de agradecer a todos que fizeram e ainda fazem parte de toda essa “família” que é o THB. É mais ou menos como o Ney falou no texto dele, com certeza THB me ajudou de alguma forma, a me tornar um pouco do Guilherme que sou hoje.

(Postado por: Gui)

domingo, 5 de abril de 2009

Mais do que amigas, irmãs...

Como pode aquela pessoa que você “viu” numa comunidade de futebol, vir a se tornar tão importante pra sua vida? Ninguém consegue explicar, quer dizer, nem todo mundo. Nós que vivemos esse mundo virtual com afinco, sabemos que tudo é possível se quisermos estar juntos além do virtual.

Juntamos pessoas de todos os cantos do Brasil num tópico, pessoas com culturas diferentes, estilos diversos, times rivais... E nem por isso somos inimigos como muitos poderiam achar, sabemos lidar com as diferenças, levamos tudo numa boa, brincando sempre. Claro que surgem divergências, afinal como poderiam não existir?

Qual pessoa do sul não se pegou digitando um “oxe, visse”? Ou que pessoa do sudeste ou nordeste, não digitou um “bah, capaz guria”? Hehehe Sim, isso faz parte do nosso mundo virtual que por vezes levamos pro real, e sem notar falamos como nossos amigos do outro lado do PC.

Eu as vezes fico me perguntando: porque uma pessoa tão importante pra mim, tem que estar tão longe? Conheci minha melhor amiga no THB. Começamos a conversar no final do ano de 2007, bem no final mesmo. Nossa primeira e única conversa daquele ano, foi sobre simpatias para o Reveillon, hahaha! Lembro muito bem disso, ela e eu somos muito parecidas nesse quesito, sabíamos várias “receitinhas”, e prometemos fazê-las na virada de ano. Ficamos até fevereiro do outro ano sem nos falar, por eu ter viajado. Quando voltamos a ter contato, parecia que nos conhecíamos a tempos, de tanta coisa em comum. Ela alvirrubra, torcedora do Timbu (imaginem o meu sotaque Recifense, hehe), advogada, séria (era o que eu achava :D). Eu, Paranista, fisioterapeuta, tímida (:P) mas brincalhona, duas pessoas que são diferentes e iguais ao mesmo tempo. Fomos nos conhecendo cada dia mais e mais, rimos juntas através do MSN, choramos via skype (isso é “lindo” de se ver, hehehe), e sempre sabíamos o que a outra pensava sem ao menos estarmos frente a frente fisicamente. É algo espiritual, literalmente.

Em setembro de 2008 pudemos finalmente transformar a amizade, até então virtual, em real. Foi tudo mais incrível do que imaginávamos, e realmente nos conhecíamos de verdade. Foi muito bom passar alguns dias ao lado dessa guria e, conhecê-la ainda mais. Depois passamos o Reveillon de 2008 juntas, com Simone e Binho também, e foi o melhor reveillon da minha vida, por diversos acontecimentos, amizade e amor também, hehe. Me senti especial demais. Digo que hoje, essa pequena mulher em tamanho, mas grande em coração e espírito, é insubstituível na minha vida. Hoje a considero uma irmã de verdade, que continuará comigo aonde eu for. Temos uma frase que sempre dizemos nas horas ruins: “Um dia ainda vamos rir de tudo isso” e, já pudemos rir várias vezes juntas de coisas toscas que vivemos.

Desejo a todos que, se ainda não tem uma amizade como essa, um dia possam ter. Uma amizade baseada na cumplicidade e sinceridade.



Amo demais essa minha amiga, a tosca mor...

(Postado por: Anna Stubert)

sábado, 4 de abril de 2009

2008, do virtual pro real...

                Finalmente é chegada a hora do terceiro texto dessa minha pequena retrospectiva do THB, onde eu vou falar um pouco sobre o conturbado ano de 2008... Ano em que apesar de tudo o que aconteceu, só serviu pra eu perceber o quanto isso aqui foi e continua sendo importante pra mim...

                2008 começou com aquela crise que eu citei no texto anterior, por causa das novatas... Novatas essas que foram chamadas pelos cuecas da comunidade, que estavam numa rixa com as meninas, crise de ciúme dos dois lados... O resultado foi que elas não pegaram o espírito do THB, excluindo daí algumas exceções que estão lá até hoje, e foi aquela discussão generalizada com o pessoal antigo... Foi nessa época que eu percebi o quanto eu me importava com o que acontecia com os THBistas, chegando a passar mais de uma semana me sentindo mal por algumas coisas que eu fiz, e sem poder dizer o motivo disso a ninguém... Mas depois de muita conversa foi tudo superado, e o THB continuou seguindo normalmente, com as padeiragens, tanguices, descontração e discussões de sempre...

                Mas o melhor estava por vir... Nesse ano os encontros entre o pessoal ficaram mais frequentes, daí o título da postagem, as amizades que antes eram virtuais passaram a ser reais... Os encontros que eu participei foram nas ocasiões em que um mineiro e uma potiguar vieram pra Recife, e nas minhas visitas a São Paulo, Curitiba e Porto Alegre duas vezes, além de uma cidade do interior do RS... Farei uma postagem só sobre isso depois, já que são tantas as histórias que não cabem aqui... Só digo que esse foi o motivo de eu dizer que esse ano de 2008 foi tão especial, já que isso tudo serviu pra me mostrar que eu tenho amigos de verdade, mesmo morando tão longe de mim...

                Pena que nem tudo são flores, e em meados do ano de 2008 teve um acontecimento que pegou todo mundo de surpresa... O tópico tão famoso, o Toda Hora Brasil, com mais de 440 mil postagens de muita história contada, que representava quase toda a minha vida nesse mundo do Orkut, sumiu de uma hora pra outra, até hoje sem explicação... A partir daí o THB entrou numa fase de decadência, mesmo tendo sido criado outro tópico em substituição ao primeiro ele não fez o sucesso de antes (decadência essa que acabou, em 2009 o THB tá voltando a fazer sucesso)... Em parte por causa do baque que foi o sumiço do antigo, mas também por uma mudança de visão da comunidade que aboliu os tópicos e as discussões que não falassem de futebol, mesmo acobertando e até incentivando as discussões regionais e o preconceito... Numa discussão dessas, este que vos escreve pegou pesado demais na hora de denunciar o que acontecia e acabou sendo expulso da comunidade, se tornando persona non grata por lá... Fiquei meses sem sequer ler os tópicos, mas depois de um tempo, ao reconhecer a importância que a comunidade e o THB tiveram na minha vida, resolvi voltar a acompanhar mesmo de longe... E até hoje dou meus pitacos mesmo sem poder participar, através de conversas com vários membros pelo MSN e nos chats criados pro pessoal que participa dela... Não me arrependo do que eu fiz na época, foi bom pra mim eu ter passado tanto tempo longe, mas depois eu percebi que não aguento tempo demais longe de vocês...

                Pra finalizar, é hora de mais uma vez agradecer a todos os que passaram na minha vida através do Toda Hora Brasil, direta ou indiretamente, postando no próprio tópico, na comunidade ou nas comunidades que eu passei a participar por causa do THB... Todos vocês são, continuam sendo e vão ser pra sempre importantes pra mim... Obrigado por tudo, cambada...

                E agora é a vez de vocês postarem aqui sobre a visão que vocês tem do THB... Aguardo seus textos...

(Postado por: Ney)

2007, amizades cada vez mais fortes...

                Depois de 2006, é hora de falar sobre o melhor ano que o Toda Hora Brasil e a comunidade “Campeonato Brasileiro” já teve, que foi o ano de 2007... Um ano que começou conturbado pra mim, já que meu time tinha sido rebaixado e a comunidade passava por uma crise que ocorreu depois da rebelião de dois moderadores e vários membros, nos quais eu me incluía, que criaram uma comunidade pra “rivalizar” com a CB... Mas eu mesmo participando do novo projeto decidi continuar no THB pra poder manter contato com os que ficaram... Mal sabia eu que essa seria a melhor escolha que eu poderia ter feito na época...

                Em 2007 chegou muita gente nova... Na comunidade em si, a invasão de torcedores do Sport incomodou bastante, mas pra minha sorte os que começaram a frequentar o THB se mostraram todos gente boa, se deram bem comigo... Os alvirrubros, a mesma coisa... Além disso entrou gente nova de todos os times, e eu não imaginava no começo que esse seria o ano em que eu conquistaria as amizades mais fortes...

                Tudo começou com a troca de dono da comunidade, já que esse dono gostava de postar no THB (assim como o anterior) e passou a incentivar o tópico, que acabou crescendo assustadoramente... Eram entre 50 a 60 que postavam assiduamente, além dos que apareciam uma vez perdida... E no meio disso tudo começou a troca de MSN, o ressurgimento dos chats que tinham enfraquecido depois do rompimento do começo do ano, as inesquecíveis tardes e noites do programa de rádio, que a gente chegava até mesmo a falar ao vivo nele, a padeiragem que rolava solta e ficou mais forte do que nunca (inclusive surgiram várias “paixonites virtuais” nesse período que logicamente não vingaram), o surgimento dos “tangas” (expressão que aqui em Pernambuco significa “afeminado”), os “beudos” que surgiam no tópico quase todo final de semana, os encontros realizados em várias cidades do país (pena que em Recife só aconteceu um no final do ano), os tópicos de votação de gata e gato da comunidade que foram criados, as brigas e discussões que rolavam sempre, além da minha experiência como moderador da comunidade que foi proveitosa demais...

Enfim, tudo isso serviu pra eu estreitar cada vez mais os laços de amizade com os THBistas... Amizade essa que fazia eu passar horas e horas em frente ao PC conversando sobre tudo com gente que eu nunca tinha visto na vida mas considerava amigos de longa data... Conversávamos inclusive sobre coisas que não se tinha coragem de falar pra família e amigos fora da net... E à medida que os dias se passavam a amizade ficava cada vez mais forte... E é sobre essas amizades que a maioria das pessoas vai falar neste espaço, eu inclusive vou falar futuramente de várias situações que só me fizeram admirar cada vez mais as pessoas que eu conheci aqui no Toda Hora Brasil...

2007 terminou conturbado também, devido à invasão de novatos, principalmente coxas-brancas e meninas cabeças-de-vento trazidas de outras comunidades... Os coxas depois passaram a ser respeitados e se entrosaram, pra nossa alegria, já as meninas causaram muita confusão no começo de 2008... E é de 2008 que eu vou falar no próximo texto daqui a pouco, um ano mais que especial pra este que vos escreve, apesar de ter sido o pior ano da minha vida...

(Postado por: Ney)

2006, quando tudo começou...

Nesta série de três textos vou contar minha visão sobre o THB em si, assim como sobre toda a comunidade, já que logicamente as duas histórias se misturam... Pra começar, um breve histórico sobre o ano inicial do THB, 2006...

                Tudo começou pra mim em março de 2006, quando eu perambulando pelo Orkut descubro uma comunidade chamada “Campeonato Brasileiro 2006”... Eu, que tinha pouca experiência com outras comunidades, mas que já tinha participado da memorável comunidade da série B de 2005 resolvi entrar e participar... No começo postava pouco, não conhecia ninguém, até que numa certa noite de sábado do mês de maio eu entro e tem lá um tópico estranho, onde quase não se falava de futebol e se chamava “TODA HORA BRASIL”, com uma quantidade grande de postagens pra época, quase 4 mil... Resolvi entrar pra ver o que era, e aí não deu outra... Mesmo entrando de gaiato lá fui extremamente bem recebido, e voltei a postar lá no domingo...

                A partir daí começou o vício... Mesmo de discada na época, mas sempre que podia entrava, e sempre o primeiro lugar que eu postava era no THB, depois ia pros demais tópicos... No meio do ano ele entrou numa fase de ostracismo, e eu era um dos poucos que postava sempre, pra não deixar o tópico cair... Até que por volta de setembro ou outubro, de tanto os remanescentes insistirem, acabou chegando uma turma nova e grande, que tomou conta do tópico e fez dele o sucesso que foi até a primeira versão ser apagada... Eram cerca de 30 a 40 frequentadores assíduos, fora o povo que aparecia de vez em quando...

                Foram bons tempos de muitas histórias... Nessa época surgiu um termo que faz sucesso até hoje, não sei ao certo de que lugar do país, o “padeiragem”, que significa dar em cima da pessoa do sexo oposto (ou, mais literalmente, “amassar mas não comer”)... E logicamente isso acontecia desde o começo do tópico, ainda mais num ambiente onde os homens eram maioria... Nem mulher casada escapava... E como não esquecer os vários outros casos que rolaram naquele tópico, como a putaria na madrugada (e um dos mais famosos que veio por causa disso, o “caso Cabelão”), as confusões envolvendo um certo casal gremista, os fakes desconhecidos que apareciam pra perturbar, o gaúcho que odiava as conterrâneas, o povo que chegava postando bêbado no tópico (coisa que ficou mais frequente no ano seguinte), os chats no MSN que ficaram mais frequentes no final do ano, entre várias outras boas histórias dessa época que infelizmente não volta mais...

                Mas o mais proveitoso daquilo tudo foram as boas amizades, que se já eram fortes apenas com o THB se estreitaram mais ainda depois dos chats do MSN... Quem diria que eu ia me dar tão bem com a geração gremista “pós-inacreditável”, ainda mais depois da comunidade da série B, por exemplo??? Sem contar que foi através da minha entrada no THB que direta ou indiretamente eu conheci TODAS as amizades que eu fiz nesse mundo virtual (e que passaram pro real, várias delas), já que o THB foi a porta de entrada pra todas as comunidades de futebol que eu participei e participo até hoje... Em resumo, foi o THB que fez com que eu me tornasse o Ney que sou hoje... Só tenho que agradecer a todos vocês, mesmo aos que eu perdi contato depois de três anos...

Daqui a pouco a retrospectiva continua, com o ano de 2007...

(Postado por: Ney)

Grêmio x Inter... Rivalidade??

Essa história começou em fevereiro ou março de 2008, não me lembro ao certo. Chegou no THB uma colorada. Não sei o porque, mas de imediato não fui com a “cara” dela. Provavelmente o motivo foi a péssima escolha futebolística dela. Mas, com o passar do tempo, isso foi mudando. Nos conhecemos pessoalmente em abril de 2008, mais precisamente no dia 19. O dia do churrasco em homenagem ao Ney em Porto Alegre.

Nessa época eu já conversava quase que diariamente com a tal colorada. Mas depois disso... Depois de nos vermos aquele dia, tudo mudou. Descobri uma pessoa amiga, sempre disposta a ajudar, com um coração gigante, uma pessoa vibrante que transmite através de suas palavras (que não são poucas) boas vibrações, energias positivas.

Nossa convivência foi crescendo dia após dia. Os churrascos, os BFs, as festas, as cervejadas fizeram com que nossa amizade se consolidasse.

Decidimos ir a Curitiba. Foram dias indescritíveis e especiais.

A partir desse momento palavras se tornam desnecessárias, a gente já se entende através do olhar. Com ele, uma sabe o que a outra está pensando.

Hoje trocamos 20 e-mails por dia. Depoimentos apagáveis no Orkut. Conversas em off no MSN, sem nenhum motivo especial, apenas o simples fato de conversar.

Elisa, lembra daquelas duas mulheres de +/- 50 anos de idade que vimos um dia sentadas em um bar bebendo? Quando a gente chegar nessa idade, faremos o mesmo.

TE AMO, amiga.
(Postado por: Iasmine Eidelwein)