quarta-feira, 17 de junho de 2009

Dia de caça ao fake...

Já que o assunto Eduardo Araujo veio à tona nos últimos dias, nada melhor que relembrar um dos vários episódios que envolveram esse personagem que marcou história no THB e na CB, prova disso é a repercussão do tópico sobre o "acidente" dele...

O fato ocorreu no dia 31 de maio de 2008, dia em que Du anunciou a todos que iria pra Recife... Óbvio que os pernambucanos queriam se mobilizar pra fazer uma recepção a ele, mas como ele não tinha dado muita informação sobre o roteiro, todo mundo desanimou... Menos eu e Liginha, que decidimos fazer uma loucura e ir procurar ele com as poucas informações que ele tinha dado...

Abaixo segue a transcrição de Liginha sobre as horas em que a gente cruzou a cidade atrás do elemento... Foi postada originalmente na comunidade Beudos F.C...

Du, isto non ecsiste!!!

Como boa parte de vocês sabem, o Du está em Recife esses dias. Todo mundo já conhece a fama de fuleiro, marca e não vai, mas eu sempre achei que ele tinha os motivos dele, as reuniões DeMolays lá e tal.

Pois é, pessoal, a epopéia começou quinta-feira, quando eu ligo para o Hotel onde ele ia ficar e a moça da recepção diz: não tem nenhum Eduardo Araújo hospedado aqui no hotel. Até aí, tudo bem.

Ah, um detalhe que eu ia me esquecendo, o Du perdeu o celular segunda-feira, ou seja, está incomunicável. Já pra não ter problema, deixei meu celular como depoimento no orkut dele.

Ele havia nos avisado que iria haver uma reunião pública dos DeMolays hoje, às 19:30, mas ainda não sabia onde seria. Ok, eu vou, Du, disse eu a ele. Ney, do mesmo modo, disse que iria.

Ontem à tarde, falo com o Sir Eduardo no msn, ele me diz: Liginha, a reunião vai ser na Loja Maçônica Cavaleiros do Capibaribe, mas eu não sei onde é, entro ainda hoje pra te dar o endereço!

Eu, como precavida sou, comecei a procurar no google o endereço da tal loja maçônica e nada de achar. Liguei pro meu pai que é um maçom bem ausente, como eu esperava, ele não sabia onde era. Lembrei de um amigo maçom lá do Náutico, hj de tarde ele me disse que não sabia onde ficava localizado, mas ia descobrir. 15 minutos depois, me liga: é depois da ponte velha, 1a à direita.
Fiquei logo preocupada, um lugar esquisito no centro da cidade, meio perigoso. Marquei com Ney dele vir pra cá e daqui íamos pra lá de carro, eu dirigindo, esse é o início da epopéia.

Chega Ney, 18:40, a reunião seria às 19:30. Estávamos com o tempo tranqüilo. Sem trânsito, erramos o caminho uma vez, mas parei, perguntei e chegamos lá. 19h, muita gente saindo da Loja, estaciono, vou lá e pergunto. Me respondem: não, aqui não terá reunião DeMolay não, mas tem uma outra loja nessa mesma rua. Lá vamos eu e Ney, nada de acharmos, aí Ney tinha me dito que havia achado na internet uma outra loja, na Conde da Boa Vista. Paramos perto e nada de achar, ninguém saber do que se tratava. Aí um taxista nos informa: existe uma loja na Dantas Barreto, no final.
Eu, a motorista, fico logo preocupada, já dirijo mal pra caramba e andando milhares de quilômetros. Começo a suar, ficar nervosa ao volante mas, tudo bem.
Erramos alguns caminhos mas, enfim, chegamos na segunda loja. Não era lá também.
Pensei, vamos na loja do meu pai, lá no centro, atrás do Mercado São José. Altamente esquisito, meio perigoso, mas chegamos. Quando olho pra dentro da loja, vejo rapazes. Fiquei logo achando que tínhamos acertado dessa vez, já que os DeMolays são jovens e os Maçons são homens velhos.
Ledo engano, quando eu chamo a pessoa que estava na porta, ele informa que é sim reunião de DeMolays, mas que existem dois grupos em Recife e que o outro era em Campo Grande, perto do Shopping Tacaruna.

Eu olho pra Ney, Ney olha pra mim e: vamos, né? A gente já ta aqui! Fomos, andamos, chegamos onde deveria ser a tal loja e nada, perguntamos num posto perto, num hospital próximo e nada de ninguém saber.
Digo pra Ney: é, vamos casa que não adianta.
Essa nossa epopéia durou exatamente 2 horas, nossa busca pela Loja Maçônica e pelo Du e, ao final, mais uma vez, ele não apareceu!

Essa pessoa perdeu total credibilidade. Ainda não sei se ele faz isso pra rir da cara da gente depois, se ele é fake da Ili mesmo ou sei lá o que!

É isso aí galera, Du, isto non ecsiste!!!!

Pelo menos essa jornada rende boas risadas até hoje, mesmo que em quase um ano muita coisa tenha mudado nas vidas dos envolvidos... E apesar dessa experiência negativa, podem ter certeza que eu faria o mesmo de novo com qualquer um dos amigos, reais ou virtuais, que fiz no THB... Teria mais cuidado do que já tenho normalmente, mas não pensaria duas vezes em fazer...

No mais é isso, é aguardar o desenrolar dos fatos, e que tudo se esclareça... Enquanto isso, o melhor é "relaxar e gozar", como diria a ex-ministra, é dar risada da situação toda que ela merece... Até mais, povo...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Love is in the air...

Todo mundo que me conhece o mínimo que seja sabe o quanto eu abomino essas datas comerciais, tipo Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Natal (no sentido que essa data tem hoje em dia) e obviamente Dia dos Namorados também... Sempre procuro me desligar dos apelos da mídia e viver todos esses dias como os dias normais que são... Mas já que eu infelizmente sou exceção e todo o país comemora (ou "lamenta", como seria meu caso) a data de hoje, não custa nada deixar uma homenagem aqui...

Mas e o que o THB teria a ver com isso??? Tudo, ué... Num tópico-chat de tanto sucesso como o nosso, não teria como rolar um clima de romance, e isso ocorre desde os primórdios do nosso Toda Hora Brasil... Desde que eu entrei no tópico que eu leio um termo bastante incomum, o tal do "padeiragem", e não teve um (pelo menos entre os homens) que ao conhecer o significado do termo não passou a praticar a "padeiragem" por lá, nem eu resisti à tentação... Aliás, por sorte das minhas dezenas de vítimas eu quase nunca levava a "padeiragem" a sério, elas não mereceriam um futuro ao lado de um verdadeiro mala que nem eu... :P

Bom, mas o que eu fiz ou deixei de fazer não importa, o que importa é que muita gente por lá levou a sério sim, e dezenas de romances e relacionamentos (e até um casamento) começaram e terminaram direta ou indiretamente no THB, e muitos outros ainda vão começar (só que hoje em dia eu não faço mais idéia de quais sejam, tô mais perdido que filho de puta em dia dos pais na comunidade e no tópico)... Entre todos esses, três casais merecem meu destaque em especial, por estarem firmes e fortes até hoje mesmo com todas as dificuldades...

Patricia e Pedro, Anna e Vinicius, dois casais de verdadeiros heróis... Se conheceram lá mesmo no Toda Hora Brasil, lembro como foram as duas histórias... E a partir daí rolou aquele clima naturalmente, mesmo sem os dois nunca terem se visto pessoalmente, e começaram o namoro pouco tempo depois (coisa que eu continuo considerando loucura, como sempre digo aos três que tenho o prazer de conversar)... E até onde eu sei continuam se gostando do mesmo jeito que no início, mesmo com centenas ou milhares de quilômetros de distância, levando o relacionamento do jeito deles... Admiro os quatro por toda essa coragem e força de vontade (se bem que acho que o nome nesse caso seria outro), eu não conseguiria nem começar um relacionamento assim, imagina levar por vários meses ou até mais de um ano...

O terceiro casal, que eu faço menção honrosa aqui mesmo que os dois tenham abandonado o THB há um bom tempo e provavelmente nem sabem da existência desse blog, é formado por Carolina e Marcio Daniel... Também se conheceram no THB, mas com a diferença de que conviveram como amigos por um bom tempo antes de descobrir que formariam um ótimo casal... Mas a partir daí tudo correu muito rápido, tanto é que ela já saiu de Vitória para o Rio Grande do Sul e os dois moram juntos, e muito em breve oficializarão o casório (o que eu citei no começo do texto)...

Parabéns e muitas felicidades aos três casais, eles merecem... E o mesmo eu desejo a todos que namoram, são noivos, casados ou até mesmo os que estão tentando se juntar, dentro ou fora do THB e da comunidade... E nós que estamos solteiros não devemos desanimar, o que importa é sermos felizes, sozinhos ou não... Eu já fiz minha escolha, e espero que todos façam as suas e acertem...

Feliz Dia dos Namorados pra quem entende que esse dia existe, namorando ou não... E pras exceções que nem eu, bom final de semana ou feriadão... Voltarei a escrever aqui em breve (já que só eu escrevo nesse blog mesmo ultimamente, né :P )...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Um tal de Ney banalizando o país... (parte 3 e última)

Pra finalizar mais essa trilogia (finalmente, né, acho que meus textos longos cansam esse povo), contarei sobre esses seis dias de banalização no Rio Grande do Sul, estado onde eu pretendo voltar o quanto antes, mas até julho eu não posso ir pra canto nenhum, infelizmente... Além da visita a Belo Horizonte, que não foi bem sucedida como eu pretendia, mas que ainda assim valeu demais a pena...

Uma hora depois de ter saído de Curitiba desembarcamos no Salgado Filho, de onde fomos até a casa de Elisa e depois até a rodoviária pra deixar a “bom-retirense”... Depois fomos até o Mercado almoçar, e lá encontramos Maninha... Após o almoço começou o meu martírio: antes da viagem, Elisa ficou de ligar pra alguns hotéis onde eu pudesse me hospedar, já que os que eu ficava normalmente não tinham mais vagas... Ela achou um no centro da cidade, bem barato, já tinha feito a reserva na semana anterior e fomos até lá... Chegando lá, o que vimos foi um verdadeiro hospício, parecia uma casa mal-assombrada, com cada sujeito mal-encarado andando de um lado pro outro... Uma das gurias chegou até a ver um deles passeando nu, ainda bem que eu não vi essa cena... Passei a noite lá, dormi até bem devido ao cansaço que era enorme, mas obviamente não me sentia nem um pouco à vontade naquele ambiente... Até que no outro dia minha “mini-anja da guarda” ficou com pena desse pobre coitado e ofereceu um cantinho na casa dela, onde eu passei o restante dos dias, bem instalado num sofazinho bem agradável... Fico devendo essa até hoje, Elisa, apesar da frescura que eu tinha na época de não me sentir bem em “casa dos outros”, obrigado mesmo por me aguentar até nisso...

Nos dias que se seguiram, eu pude aproveitar melhor a cidade, sempre com Elisa de guia, além de aproveitar os vários momentos sozinho pra refletir sobre os erros que eu estava cometendo até então... Considero os nove dias dessa viagem um divisor de águas na minha vida, se não fosse isso talvez não estivesse tão bem como estou hoje... Mas voltando aos acontecimentos no Rio Grande, decidi tirar um dia pra pegar a estrada e ir até o “Acre”: Frederico Westphalen, visitar Luana, já que sempre ela ia até Porto Alegre uma semana antes de mim... Viajei na madrugada da quarta pra quinta, sete horas no busão, e como eu sempre tenho que fazer alguma besteira acabei descendo uma cidade antes, escutei o motorista dizendo “Seberi” e sei lá o que eu entendi, com o sono que eu tava... Só lembro que desci do busão e tava no meio do nada, sem um pé de pessoa, e uma neblina muito forte... Por sorte, meia hora depois aparece um taxista, que me levou até FW por 30 reais, e finalmente eu pude desfrutar por apenas cinco horas da companhia da “acreana”... Depois, de volta a Porto Alegre, ainda tive tempo de assistir Inter x Boca num bar na Cidade Baixa e dar sorte de novo ao colorado, fazer mais uma visita ao Olímpico com os gremistas Carol, MD e Cassio (botequeiro) e Elisa contrariada, além de algumas voltas na noite portoalegrense e mais um churrasco, dessa vez com a belíssima visão do pôr-do-sol no Guaíba... Mas como tudo que é bom dura pouco, no domingo tive que fazer o caminho de volta pra Recife...

Algum tempo depois, abriu um concurso na minha área no TRE de Minas Gerais, eu que já queria sair de Recife resolvi me inscrever, então peguei minhas trouxas e fui passar os dias 14 e 15 de março em Belo Horizonte... Fui bem recebido na rodoviária por Pedro, Gusta, Fabricia e Mike (os dois últimos botequeiros, e o último me hospedou nesses dois dias, fico devendo essa a ele), depois fomos no mercado municipal, encontrar Jordana que tava acordando quando eu cheguei na rodoviária, ela que dizia que estaria lá quando eu chegasse, eu sabendo quem era ela apostei que não, e não deu outra... Passamos algumas horas lá, depois eu passei a tarde e a noite no aniversário de um dos botequeiros, Rod, que me cobra até hoje por eu não ter bebido na festa... No domingo dia 15 eu fui na UFMG fazer a prova (infelizmente não passei, por isso disse que não fui bem-sucedido na cidade), depois fui ao Mineirão, quase do lado, na companhia de Pedro pra assistir a Cruzeiro x América... Entramos com mais de 30 do primeiro tempo, mas não perdemos muita coisa, o jogo foi 0x0 (não foi placar, foi nota)... Valeu a pena só por eu ter conhecido o estádio, mesmo que não tão cheio como eu gostaria... Espero poder assistir um Atlético x Cruzeiro lá, quem sabe esse ano ainda, vou tentar me programar pro do returno...

Na segunda de manhã voltei a São Paulo, onde eu passaria alguns dias resolvendo os detalhes da minha transferência pra cá... E agora aqui estou, nessa nova vida na maior cidade da América do Sul, trabalhando muito, mas feliz... Faltam poucos detalhes pra ter a vida que sonhei, como alugar uma casa pra morar sozinho (em pouco tempo farei isso) e botar internet no meu computador (espero resolver isso em poucos dias)... Sabia que nos primeiros meses iria sofrer um pouco, tudo pra esse tal de Ney tem que ser com dificuldade, mas no final dá certo, espero que dessa vez aconteça o mesmo...

Termino essa série de textos dizendo que mesmo longe, mesmo sem poder acompanhar o THB ou conversar frequentemente com os amigos que fiz lá, não esqueço de nenhum de vocês, e desejo o sucesso de todos, assim como desejo que o Toda Hora Brasil volte a ser o sucesso que sempre foi... E espero poder ajudar nisso em breve... Pense na saudade que eu tô dessa cambada...

Até qualquer dia, povo...

(Postado por Ney)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Um tal de Ney banalizando o país... (parte 2)

Agora sim, é chegada a hora de pegar o avião ou o busão e sair perturbando os THBistas desse país... Foram três viagens inesquecíveis, e dezenas de pessoas que tiveram o desprazer de me conhecer, no período de exatos 11 meses...

Tudo começou quando eu soube que ia ter um fórum de software livre em Porto Alegre em abril de 2008 (no final de junho vai ter de novo, mas infelizmente não poderei ir dessa vez)... Fiz as contas e descobri que tinha verba pra ir, então resolvi me aventurar mesmo sem nunca ter saído do Nordeste... Antes fiz uma escala de quatro dias em São Paulo, pra rever alguns familiares e conhecer a cidade que um ano depois viria a me acolher... Até que numa quarta-feira, dia 16, desembarquei no Aeroporto Salgado Filho, peguei o trem e acabei indo parar em frente ao mercado municipal de Porto Alegre... Lá fui muito bem recepcionado por Maninha, ou Grazi, como preferirem, e passamos algumas boas horas andando pela cidade, inclusive indo até a sede do Grêmio... No outro dia, já no local onde acontecia o FISL, lá na PUC, tive o prazer de encontrar Elisa, e sempre nos intervalos das palestras e das aulas dela a gente ficava batendo papo... Até que no sábado de manhã, dia 19, eu dei uma escapada da PUC e fui recepcionado num encontro com a presença das duas gurias citadas além de Mine, Mírian, Ana Leila, Vinni, Xande, Marcio Daniel, Guerra, Gonçalo (os THBistas da época) e vários outros botequeiros... Me senti tão em casa que não parava de falar, tanto é que Mine só foi constatar minha timidez alguns meses depois... E por último fui ao Beira-Rio assistir Inter 4x0 Caxias, acompanhado de Guerra e Ana Leila... Gostei dos dois estádios da cidade, mas prefiro mesmo o Arrudão, lógico... Depois do jogo me despedi dos dois prometendo voltar, e cumprindo meses depois...

Como promessa é dívida, mesmo que demore muito tempo pra cumprir, no começo de novembro de 2008 eu tirei uma semana de folga do estágio e me mandei de novo pro Sul do país, mas antes eu mais uma vez fiz uma escala em São Paulo... Dessa vez eu pude conhecer pessoalmente uma palestrina que eu adoro, e que não tinha conseguido visitar na outra passagem pela cidade, Joana... Como eu já conhecia a cidade, não foi difícil de achar o local onde ela morava, apesar do trabalho que foi pra ela tentar (e não conseguir) me explicar... Primeira pessoa que eu conheço que não sabe nem onde mora, brinco até hoje com ela por causa disso... Passamos a tarde toda botando a conversa em dia, e eu morrendo de frio, na época não era acostumado com a temperatura daqui como sou hoje... Depois de mais de quatro horas bastante agradáveis (e que espero que se repitam várias vezes quando ela voltar), fui até a rodoviária do Tietê pegar o busão pra Curitiba...

Chegando em Curitiba, no dia 8 de novembro, um sábado de manhã, com o céu ainda escuro, acabei pegando no sono em plena rodoviária, até que fui acordado por uma mensagem de Simone... Entrei em contato com ela e fui até o hotel onde Mine e Elisa estavam hospedadas, e eu ficaria depois, onde se encontravam elas, Simone, Gui e Vico... Como eu tava há quase 24 horas sem tomar banho, pedi às gurias pra subir até o quarto delas e tomar banho lá... Banho terminado, eu já vestido procurando uma camisa, até que alguém bate a porta... Era Vico me apressando pra eu descer... Abri a porta, vesti a camisa e uns três minutos depois já estávamos no saguão, mas as piadinhas sobre isso duraram meses e meses, como se eu tivesse culpa da tanguice dele... Depois disso encontramos Marcel, Demetrius (irmão dele) e Sal no Passeio Público, além de Iliana e Anna horas depois no Shopping Estação... Foram só dois dias, mas eu aproveitei bastante, com direito a uma mostra da noite curitibana e um jogo na Arena, contado por Mine no texto “Fim da Várzea”, com a presença de quase todos os “CAPenses” do Boteco, além desses três “estrangeiros” e Marcel de intruso, nada à vontade... Além de ainda ter conhecido uma grande amiga “fake” de outra comunidade, uma paranista chamada Luísa...

Na segunda de manhã eu já tava no avião deixando a cidade, mas do meu lado estavam Elisa e Mine, e a aeronave estava em destino a Porto Alegre, onde eu passaria mais seis dias... Seis dias que eu vou descrever em mais detalhes no último texto da série, além da infelizmente rápida visita a Belo Horizonte... Até mais, povo...

(Postado por Ney)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Um tal de Ney banalizando o país... (parte 1)

Bom, conforme prometido há algum tempo, estou aqui mais uma vez pra contar algumas histórias que envolveram o que foi (e espero que continue sendo mesmo na minha ausência) o melhor tópico da história do orkut... Mas desta vez o foco são as histórias que aconteceram fora do orkut, fora desse mundo virtual... Serão três textos (sim, mais uma vez é coisa demais, não dá pra resumir em um texto só) onde eu descrevo os bons episódios em que o Toda Hora Brasil saiu da internet e foi pra vida real e um tal de Ney estava presente, incluindo as vezes onde eu fiz a loucura de botar a mochila nas costas e me mandar Brasil afora...

Mas antes de falar sobre minhas viagens, deixo um primeiro texto pra falar dos vários encontros que ocorreram nas duas melhores cidades do mundo... Na minha terra, Recife e Olinda... Tudo começou mais de um ano e meio depois do início do THB, mais precisamente em 21 de dezembro de 2007, quando depois de vários meses e várias tentativas finalmente saiu o primeiro encontro CB/Recife, que na verdade parecia mais um encontro de rubronegros com este que vos escreve de intruso... Mais de 20 rubronegros, só eu de tricolor e nenhum alvirrubro... Os alvirrubros marcaram a confraternização da comunidade deles pro mesmo dia (mas a piada que rolou foi que a “elite” correu com medo de pagar a conta) e os poucos tricolores que comentavam (na época eu já conhecia praticamente todos, mas não citei os encontros nesse texto por não envolver a CB) tinham uma confraternização no outro dia de manhã... Eu fui o único que fiz um esforço e compareci nas duas, e valeu a pena apesar de eu ter que aguentar todo tipo de gozação...

Três meses depois, apareceu na cidade um certo tanga mineiro, que eu logicamente ajudei a recepcionar junto com a maioria dos THBistas pernambucanos da época... Pedro se sentiu tão em casa depois dos churrascos, das bebedeiras no Vagão e das visitas à Ilha do Retiro e Aflitos que acabou voltando várias outras vezes (se bem que na verdade ele voltou por outro motivo muito especial que todo mundo sabe qual é)... E nessas outras vezes a farra foi a mesma, apesar de ele estar ocupado com coisas bem melhores... Com direito a visita no melhor estádio do mundo e no melhor carnaval do mundo...

Algum tempo depois teve mais um encontro, aproveitando a visita da natalense mais querida da história do THB, Julie... Boas histórias que começaram na casa da “cozinheira” Liginha, e depois lá no Bode do Espinheiro onde teve o encontro de fato, e um vídeo memorável e muito engraçado que até ajudou a dar início a um romance (Patricia contou bem melhor essa história no texto dela)... Só faltou terem cortado minha parte no vídeo, mas agora já era mesmo, né...

Depois disso ocorreram outros encontros, com destaque pra confraternização do final de 2008, que dessa vez reuniu gente das três torcidas e foi muito ótimo demais, apesar da conta ter sido bem alta e a comida bem pouca (não esqueço da cena em que eu, Elton e Vitor Hugo saíram madrugada afora atrás de algum bar ou lanchonete aberta, morrendo de fome, indo bater no Mc)... Além do último encontro onde eu infelizmente não estava presente, já tava aqui em São Paulo, mas soube que foi muita gente, farra das boas inclusive com direito a jogo do Santa no Arrudão, e outras coisas que só Mine, a visitante da vez, pode explicar...

Nos próximos textos contarei sobre as vezes em que eu fui um visitante, várias cidades desse país foram banalizadas, e ainda faltam algumas que eu pretendo visitar ou revisitar esse ano ou no máximo ano que vem... Aguardem...

(Postado por Ney)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Chegada aos 10.000 posts do THB 3 – A Revanche

Esse feito aconteceu no dia 17/05/09, um domingo a noite. Tínhamos até o começo da noite 9750 posts... Participaram dessa “corrida” pelos 10.000 posts: Carlos, Cela, Anna, Pedro, Gui, Bianka, Sal, Gusta, Bruna, Mateus, Mine, Neném e Beto. Aconteceram diversos tipos de conversas, placar de jogo de Basquete, padeiragem, até a ideia de um orkontro em Floripa.

Aos poucos foram sobrando só alguns, diria eu, os mais fortes... Cela, Anna, Pedro, Gui e Carlos. “Lutando” como loucos para ver quem pegaria o tão sonhado post. Sempre começa a ficar lenta a postagem, o orkut diz que você deve esperar pra postar, você se perde na contagem, a internet fica lenta e pronto, numa conversa do nada, a senhorita Cela pegou o post 10.000, meio que sem querer. Foi totalmente merecido ela pegar esse post, afinal ela sempre passa pelo THB e posta: ‘Up [n° qualquer]’.



Comemoramos sim a chegada a esse número de postagem, não pelo número em si, mas por conseguirmos mantermos a todo custo o tópico que fez surgir nossas amizades, queremos mantê-lo vivo, e assim será. Que novas amizades surjam e que as antigas se fortaleçam.

THB - a história continua e somente os “fortes sobrevivem”...

Postado por: Anna Stubert

terça-feira, 5 de maio de 2009

FIM DE VÁRZEA 2!

O único jogo que teve na cidade do Recife (parece estranho, mas vou escrever como se fala por lá) foi um amistoso entre Santa Cruz e Vasco.
Fomos ao jogo eu, Patrícia, Liginha, Binho, Fernanda, Vitor Hugo e o tricolor Elton, que fez as honras da casa. Chegamos lá e a fila para a compra de ingressos era enorme. Acabamos comprando de cambistas, hahaha.
Pela situação em que se encontram os dois times, não é complicado imaginar a qualidade do jogo. Mas disso eu não vou falar.
O Arruda é um estádio grande, e bonito. O maior e mais bonito dos três que visitei na cidade, isso posso afirmar com certeza.
Me surpreendi quando vi vendedores de ovos de codorna no estádio, isso eu nunca poderia imaginar que acontece.
Enquanto rolavam os comentários sobre as diferenças dos estádios do sul e do nordeste, o jogo empatava em 2x2.
Acreditem, os rubro negros e alvirrubros estavam torcendo para o santinha. Além da torcedora do tricolor gaúcho e o torcedor coxa branca paranaense.
Na falha do zagueiro tricolor, o Vasco faz o gol da virada. O estádio se silencia. E só se escuta um jargão "BARBARIDADE", obviamente eu pronunciei. Foi engraçado, pois as pessoas voltaram seus olhares pra mim.
Vi duas camisas do Grêmio naquele dia. Um guri vestindo uma dentro do estádio e outro na saída.
Quando acabou o jogo, tirei foto com a camisa do Coxa. O segundo maior do sul. Quando fui a Curitiba esqueci de tirar essa foto.
Foi uma experiência bem diferente ver esse jogo, pois além de não ter nada a ver com meu time, não valia nada, mas valeu pessoal!

Postado por: Iasmine Eidelwein

domingo, 19 de abril de 2009

Quando o acaso mudou minha vida


Sempre participei da comunidade do Náutico. Um dia, por acaso, vi um tópico onde uma pessoa pedia que os alvirrubros entrassem numa comunidade (não era a CB) sobre o Brasileiro, pois estavam falando mal do nosso time. No mesmo instante avisei no tópico que iria participar de tal comunidade. Lula, ao ver meu comentário, disse que eu participasse da CB, pois era a melhor comunidade sobre o campeonato. A princípio não tive interesse, mas não fui contrária ao conselho dele.

No meu começo de CB eu estranhava muita coisa. O pessoal falava em padeiragem e eu nem sabia o que significava esse termo. Muitas caras eram estranhas pra mim, pessoas com as quais nunca conversei, mas o primeiro contato com elas foi muito legal. Lembro bem de Ney me perguntando onde eu morava. Lula e Liginha já eram meus conhecidos das antigas, digamos. Foi nesse começo que uma pessoa bem “pra frente” me chamou à atenção: Pedro, que de cara me perguntou quando eu iria a BH, se junto com os pães de queijo que ele me mandaria eu não queria que ele viesse também.

Com pouquíssimos dias de CB eu já tinha sido convidada pra participar de um Orkontro. No fim de maio de 2008 conheci Julie. Esse encontro foi o divisor de águas na minha relação com Pedro. Foi por causa de um beijo que eu tava morrendo de vergonha de mandar através de um vídeo que passamos a nos ver com outros olhos. A partir desse episódio a atenção que um dispensava ao outro foi se tornando mais importante a cada dia. Nos falávamos durante todo o tempo disponível que tínhamos. Em seguida vieram as mensagens no celular e as ligações todas as noites. Pedro tornou-se mais presente que qualquer pessoa que me via diariamente.

Em uma semana minha vida mudou. Eu já não agüentava mais e resolvi dizer a Pedro o que eu realmente sentia por ele. Assim começamos esse namoro que já vai pro seu 11° mês. Nesse tempo Pedro já veio aqui várias vezes, já conheceu minha família, já mostrou que me quer de verdade. Eu já fui em BH e pude perceber o quanto os pais dele apóiam nosso namoro, acreditam no nosso amor. Não vou dizer que é fácil namorar alguém que está mais de 2.000 km longe de você, mas digo que não é difícil namorar alguém que já te mostrou de todas as formas o quanto te quer e te ama, o quanto quer lutar pelo teu amor.

Eu comecei a amar Pedro não pelo que ele poderia ser quando eu o conhecesse pessoalmente, mas pelo que ele sempre me demonstrou através de suas palavras. Uma semana é muito pouco para alguns, mas pra mim foi o suficiente pra conhecer o caráter de uma das pessoas mais incríveis que já me apareceu. Em uma semana eu pude ter a certeza de que era ele quem eu queria pra me acompanhar. Pedro me fez valorizar muitas coisas simples às quais ao longo da minha vida eu não soube dar valor, ele me ensina que nós construímos nosso futuro com as simples ações de cada dia.

Com Pedro eu descobri o que é um amor de verdade, pude conhecer o respeito de um homem pela mulher que ama. Foi com ele que tive vontade de casar, de ter filho. É com ele que eu sei que realizarei essas vontades a fim de que sejamos ainda mais felizes.

Hoje nosso amor é mais maduro, mas não menos belo. É por esse amor que nos consome que vivemos um pelo outro a cada dia.

Pedro, eu amo você. Muito obrigada pelas padeiragens.


Publicado por: Patrícia

Um time de série D, um amigo de série A


Hoje faz um ano que conheci pessoalmente várias pessoas especiais. Mas vou falar de uma em específico. O nosso grande amigo, Ney Charles.


Uma criatura adorável, que quase não fala e muita escuta, sempre disposto a ajudar a todos nós. Aquele que tudo sabe( um dia descubro a “fonte” dele).


Lembro-me nitidamente dele tomando um gole de chimarrão cuspindo e ainda lavando a boca, dele brincando com o telefone no quarto do hotel em Curitiba quando eu e a Elisa super cansadas estávamos querendo dormir, dos chats, das piadas, das conversas.


Hoje ele está passando por uma mudança radical em sua vida, morando em São Paulo trabalhando em um local diferente, as mudanças são grandes.


Ney, vou falar por mim, mas tenho certeza que todos sentem a mesma coisa.


Muita sorte nessa sua nova trajetória, sucesso e a paciência que se fará necessária.


Agora tu pode nos visitar mais vezes.


Iasmine Eidelwein

sábado, 18 de abril de 2009

Iliana, o início

Eu só poderia iniciar pela porta de entrada, tenho muitas histórias pra contar do THB, assim como sei que tem uma pessoa chamada Ney, que aliás eu gosto muito, tem muitas histórias também...
Entrei no começo de 2006 na Comunidade do Campeonato Brasileiro... nem me lembro o mês e o dia exato... só sei q estava em um período de “prolongadas férias” então tinha tempo de ficar quase o dia inteiro na internet, rsssss
Quem me convidou pra participar da comu, foi o Tinho (um Atleticano Paranaense muito gente boa), acho que pouca gente lembra dele ou não o conhece...mas nos encontramos muito na comunidade do CAP, se bem que como alguns podem firmar, Estou super ausente do Orkut... ah entrei junto com a Nina e a Nika, que não participa mais...
Achei legal entrar numa comunidade em que os times eram “respeitados” claro que pelas regras, não podíamos falar os apelidos que adoramos designar os nossos rivais...
O primeiro tópico que participei foi o “Toda Hora Brasil”, de cara já adorei o nome... e quando entrei estava rolando a melhor história do Orkut, os mais antigos devem lembrar, que era a história do Jackson (tinha que ser são paulino) e da namorada dele... aquela que ela pegou ele dizendo algumas coisas na comu...rsssssssssssssss. Esses posts eram tão hilários que resultavam muitas risadas e viravam as madrugadas. Fora que os piás começaram a invadir o profile da garota, o qual causaram muitas suspensões... ahuahuahauhahauhauh
Passando esse período conturbado, comecei a conhecer algumas pessoas da comu: a Deise, Ink, Mauricio, Ney, JV, Brunno, Rogerinho, Lobão... nossa tem muito mais nomes, alguns já nem participam mais...
Notei q a comunidade era um grenal no começo...mas foi ficando bem divertida depois da entrada da galerinha do Sport, isso eu escreverei em outro post de continuação...
A maior perda da comunidade foi a perda do Tópico do THB, nele estava a parte da história da comunidade ...tudo q acontecia era postado ali...
A outra perda foi os tópicos da madrugada que nem sempre lembrávamos de tirar um print pra rir depois...conheci muito a galera nesses tópicos...
Agora a maior alegria do THB foi que conheci muita gente, virtualmente ou não, que hoje fazem parte do meu ciclo de amizades e os quais quero cultiva-los pra sempre.

Amo todos vcs!!! Iliana